- EUA bombardearam a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro, gerando temores de uma possível tomada estadunidense da Groenlândia.
- Horas após a operação, Katie Miller, aliada de Donald Trump, postou no X um mapa da Groenlândia com a frases “em breve”, acendendo a tensão.
- O embaixador da Dinamarca nos EUA rebateu a provocação, reforçando a parceria de defesa entre os três países e afirmando que a Groenlândia e a Dinamarca precisam do respeito à integridade territorial.
- Dinamarca informou ter aumentado o gasto com defesa em 2025, com cerca de US$ 13,7 bilhões destinados ao Ártico e ao Atlântico Norte; Groenlândia abriga a base militar Pituffik.
- A Groenlândia, com 57 mil habitantes, quer independência de Copenhague, e a maioria não deseja aderir aos EUA; políticos dinamarqueses reiteraram que fronteiras nacionais são definidas pelo direito internacional.
O governo dos Estados Unidos realizou uma operação militar em Venezuela, resultando na captura do presidente Nicolá Maduro. A ação, descrita como bombardeio, ocorreu em território venezuelano e elevou tensões regionais. Fontes internacionais relatam que a medida intensificou o debate sobre ações futuras na região.
Horas após a ofensiva, Katie Miller, figura ligada à equipe de política de Donald Trump, publicou nas redes sociais uma mensagem com mapa de Groenlândia envolto pela bandeira dos EUA e a palavra SOON, sugerindo possível anexação. A postagem reacendeu críticas internacionais.
A Groenlândia, território associado à Dinamarca e membro da Otan, ficou no centro de uma polêmica diplomática. O embaixador dinamarquês aos EUA reaproveitou a postagem como um alerta, destacando laços de defesa entre ambos os países.
O embaixador dinamarquês em Washington afirmou que Dinamarca e EUA são aliados próximos e que a segurança no Ártico depende da cooperação entre as duas nações. Ele ressaltou o aumento do gasto de defesa dinamarquês em 2025 para uso no Ártico e no Atlântico Norte.
Numa ofensiva paralela, o governador da Louisiana, Jeff Landry, nomeado por Trump como enviado especial à Groenlândia, agradeceu a nomeação e manifestou apoio a ações consideradas duras contra o narcotráfico. Landry elogiou medidas do presidente para responsabilizar Maduro.
Desde que assumiu o governo, Trump tem sinalizado interesse estratégico na Groenlândia, que abriga a base militar mais ao norte dos EUA, em Pituffik. A região é vista como chave para defesa e recursos minerais, com debates sobre presença militar na área.
O governo dinamarquês, juntamente com autoridades da Groenlândia, reiterou que fronteiras nacionais e soberania são fundamentos do direito internacional. Autoridades locais destacam que a maioria dos Groenlandeses não deseja integrar os EUA, embora haja oposição a eventuais pressões externas.
Analistas ressaltam o contexto de competição entre EUA, China e Rússia no Ártico. Pesquisas comunicam que a maioria dos habitantes da Groenlândia prefere manter o status atual de autonomia dentro da Dinamarca, sem adesão aos EUA.
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