- Os Estados Unidos realizaram uma missão para capturar Nicolás Maduro e a esposa, anunciada por o presidente Donald Trump no Truth Social às 4h21 de sábado.
- O planejamento já ocorria há meses, com ensaios detalhados; a CIA atuou no local desde agosto e havia um ativo próximo a Maduro para monitorar seus movimentos.
- A operação, batizada de Absolute Resolve, envolveu mais de quinze mil militares, um porta-aviões, onze navios de guerra e aeronaves F‑35, F‑22 e B‑1, com ataques aéreos próximos a Caracas.
- Tropas de elite entraram no complexo de Maduro, houve confronto e um helicóptero foi atingido; Maduro e a esposa se renderam dentro da residência.
- Maduro foi levado a bordo do USS Iwo Jima; Trump publicou uma foto do líder venezuelano capturado após a operação.
Às 4h21 de sábado (horário local), o presidente Donald Trump informou, via Truth Social, que os EUA conduziram uma missão para capturar Nicolás Maduro e sua esposa na Venezuela. A ação, surpresa para muitos, vinha sendo planejada há meses, com ensaios detalhados.
De acordo com quatro fontes consultadas, a operação foi organizada pela Força Delta e outras unidades de elite, que replicaram o esconderijo de Maduro para treinar a entrada na residência fortificada. A CIA mantinha uma equipe no local desde agosto para monitorar padrões de vida do presidente.
Outras fontes citam que a agência pos sua rede de informantes próxima a Maduro para acompanhar seus movimentos e indicar a localização exata conforme a operação evoluía. O planejamento envolveu reuniões frequentes entre assessores e o presidente.
A equipe central, segundo relatos, incluía o assessor sênior Stephen Miller, os secretários Marco Rubio e Pete Hegseth e o diretor da CIA, John Ratcliffe. Eles acompanharam o andamento em contatos diários com Trump.
No fim da noite de sexta (2) e início de sábado (3), Trump e seus assessores acompanharam a decolagem de aeronaves americanas que lançaram ataques contra alvos em Caracas e arredores, incluindo instalações de defesa aérea, segundo um oficial militar.
Estrutura da operação
O Pentágono concentrou recursos no Caribe, com um porta-aviões, 11 navios de guerra e mais de uma dúzia de aeronaves F-35, entre outros. Ao todo, mais de 15 mil militares foram destacados para o conjunto de ações.
Trump afirmou, em entrevista à Fox News, que a operação envolveu tecnologia e capacidades diversas, destacando a mobilização de várias aeronaves para diferentes situações. A Casa Branca não confirmou números de forças em detalhe.
Segundo fontes, o Pentágono também deslocou equipes para a região, reabastecendo aeronaves-tanque, drones e equipamentos de interferência eletrônica, em apoio às ações.
Desenvolvimento no terreno
Autoridades dos EUA indicaram que ataques aéreos atingiram alvos militares. Imagens da base de La Carlota, em Caracas, mostraram veículos de uma unidade antiaérea venezuelana danificados pelo confronto.
As forças especiais chegaram ao complexo de Maduro no centro da capital, fortemente armadas, com equipamentos para abrir portas de aço, caso necessário. O envio de tropas resultou em confrontos com disparos de fogo.
Segundo relatos, Maduro e a esposa teriam se rendido ao serem localizados no esconderijo. Testemunhas indicaram que o líder venezuelano tentou chegar a uma sala protegida, mas não conseguiu.
Alguns integrantes das forças dos EUA teriam ficado feridos durante a operação, segundo Trump, que afirmou não ter havido mortes entre os militares. As ações incluíram esforço de autodefesa por parte das tropas no terreno.
Desfecho e desdobramentos
Ao final do episódio, as tropas deixaram o território venezuelano após enfrentar diversos confrontos. Às 3h20 (horário de Washington), o grupo estava sobre o mar, com Maduro a bordo de helicópteros. Trump postou, horas depois, uma foto de Maduro algemado a bordo de uma embarcação, sem detalhes adicionais.
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