- Os Estados Unidos bombardearam quatro cidades da Venezuela no fim de semana, incluindo o ataque ao Centro de Matemática do IVIC, em Miranda, próximo a Caracas.
- O prédio do Centro de Matemática ficou totalmente destruído; demais áreas de Física, Química, Ecologia e Tecnologia Nuclear foram parcialmente danificadas; não houve feridos.
- A investigação do IVIC aponta que as instalações foram atingidas por uma bomba AGM‑154 C‑1, projetil guiado de alta precisão.
- O IVIC informou que vai reconstruir as instalações, que abrigavam servidores e equipamentos essenciais para as redes de computadores totalmente devastados.
- O ataque deixou 58 mortes confirmadas; a ação foi criticada pela ONU e por outros países; Maduro nega acusações de narcotráfico e afirma que a ofensiva visa controlar riquezas naturais.
A explosão causada por bombardeio dos EUA atingiu parte do Centro de Matemática do Instituto Venezolano de Investigaciones Científicas (IVIC), no estado Miranda, próximo a Caracas. Ação ocorreu durante ataque que envolve múltiplas cidades venezuelanas. Não houve feridos registrados entre os trabalhadores.
A instituição informou que o prédio de Matemática ficou completamente destruído. Os setores de Física, Química, Ecologia e Tecnologia Nuclear sofreram danos parciais. Equipes trabalham para avaliar estruturas e impactos operacionais.
O IVIC confirmou que a descoberta de fragmentos aponta para uma bomba AGM 154 C-1, de alta precisão, responsável pela violenta destruição. A agência afirmou que vai reconstruir as instalações e proteger redes de computadores.
Destruição no IVIC
O ataque faz parte de uma ação militar anunciada como sequestro do presidente Nicolás Maduro, envolvendo ataques a quatro cidades venezuelanas no último fim de semana. O balanço divulgado aponta dezenas de mortos.
A comunidade internacional reage com preocupação. A ONU criticou a escalada, citando risco de violação do direito internacional e de estabelecer precedentes perigosos para a região.
Maduro nega denúncias de narcotráfico e afirma que a ação busca controlar recursos naturais, em especial o petróleo. A Venezuela mantém que continuará independente diante das pressões externas.
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