- O chanceler da Venezuela, Yván Gil Pinto, reuniu-se com a embaixadora do Brasil em Caracas, Glivânia Maria de Oliveira.
- A autoridade venezuelana agradeceu a posição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em defesa do direito internacional e condenou a operação dos Estados Unidos que capturou Nicolás Maduro.
- Maduro e a esposa foram capturados em três de janeiro, em operação militar dos Estados Unidos em Caracas, e levados para Nova York para julgamento por narcotrafico.
- O governo brasileiro posicionou-se contra a intervenção americana, afirmando que as ações ultrapassam uma linha inaceitável.
- O encontro ressaltou o compromisso de ampliar a cooperação bilateral e favorecer novos projetos para 2026.
O chanceler da Venezuela, Yván Gil Pinto, reuniu-se nesta sexta-feira com a embaixadora do Brasil em Caracas, Glivânia Maria de Oliveira, em um encontro de caráter bilateral. A autoridade venezuelana agradeceu a posição do presidente Lula em defesa do direito internacional e destacou a importância de manter canais de diálogo.
Durante a conversa, Gil Pinto afirmou o compromisso mútuo de fortalecer a agenda conjunta, visando impulsionar novos projetos e áreas de cooperação que beneficiem os povos dos dois países neste ano de 2026. A reunião ocorreu em meio a tensões regionais e a recente tensão diplomática envolvendo a Venezuela e ações internacionais.
Conforme informações oficiais, o governo brasileiro tem se posicionado contra a intervenção dos Estados Unidos, considerando as ações como ultrapassando uma linha aceitável. No mesmo período, Lula afirmou que tais atos representam uma afronta à soberania venezuelana e instauram precedentes perigosos para a comunidade internacional.
Além disso, a nota oficial aponta que os dois lados reiteraram o interesse em ampliar a cooperação em setores estratégicos, como comércio, energia e infraestrutura, com foco em benefícios diretos para as populações. Não houve наведicação de novos acordos, apenas o fortalecimento do diálogo institucional.
Na leitura do governo venezuelano, o incidente envolvendo o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, capturados em 3 de janeiro durante uma operação militar nos Estados Unidos em Caracas, e subsequentemente levados a Nova York para responder a acusações de narcotráfico, permanece como tema de discussão e de posicionamento internacional, com reações distintas entre as nações da região.
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