- Os EUA estão no processo de apreensão do cargueiro Olina no Caribe, próximo a Trinidad, a quinta interceptação desse tipo em semanas para frear as exportações de petróleo venezuelano.
- A Olina, segundo o banco de dados de navegação Equasis, estaria usando falsamente a bandeira de Timor-Leste e já havia viajado da Venezuela, retornando à região.
- O rastreador AIS da embarcação — que indica posição — esteve ativo pela última vez há 52 dias no EEZ venezuelano, ao nordeste de Curaçao, segundo a Vanguard.
- A apreensão ocorre após uma perseguição prolongada a navios ligados a remessas sancionadas de petróleo venezuelano na região.
- A Olina deixou a Venezuela na semana passada totalmente carregada de petróleo e voltava carregada após o bloqueio americano às exportações venezuelanas; o navio já havia sido sancionado em janeiro do ano passado, quando era chamado Minerva M.
O Departamento de Justiça dos EUA informou que o cargueiro Olina está sendo apreendido no Caribe, próximo a Trinidad, na quinta operação de intervenção de navios nas últimas semanas. A ação faz parte do esforço de Washington para controlar as exportações de petróleo venezuelano.
Dois funcionários americanos relataram que a Olina já havia viajado desde a Venezuela e retornado à região, de acordo com uma fonte da indústria. A embarcação supostamente ostentava indevidamente a bandeira de Timor-Leste, segundo registros públicos.
A Vanguard, empresa britânica de gestão de riscos marítimos, afirmou que o rastreador AIS da embarcação ficou ativo pela última vez há 52 dias, na EEZ venezuelana, a nordeste de Curaçao. A apreensão ocorre após uma perseguição a navios ligados a remessas sancionadas.
A Olina partiu da Venezuela na semana passada, carregada, integrada a uma flotilha que, segundo a fonte, ocorreu pouco após a detenção do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos EUA em 3 de janeiro. A embarcação voltaria à Venezuela com carga plena após as sanções.
As sanções a a Olina haviam sido impostas pelo governo americano no ano passado, quando a embarcação era chamada Minerva M, classificada pela administração como parte de uma frota paralela com seguro pouco conhecido. A ação atual reforça o foco em petróleo venezuelano.
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