- A primeira-ministra italiana Giorgia Meloni disse não acreditar que os EUA usariam força militar para tomar Greenland, destacando que isso provocaria graves consequências para a Otan.
- Ela pediu uma presença “seriosa e significativa” da Otan na região do Ártico, incluindo Greenland.
- Meloni afirmou que não apoiaria uma ação militar dos EUA para controlar Greenland e que não seria do interesse de ninguém.
- A notícia ocorre após ações de fim de semana que reacenderam preocupações sobre as intenções dos EUA em relação a Greenland, com a Casa Branca avaliando opções, inclusive o uso da força.
- A- Otan precisa aumentar a presença no Ártico, segundo a líder italiana, que disse entender as preocupações norte-americanas sobre evitar interferência de outros atores.
A primeira-ministra italiana Giorgia Meloni afirmou que não acredita que os EUA utilizariam força militar para tomar o controle de Groenlândia. Em sua tradicional coletiva de imprensa de Ano Novo, ela também pediu uma presença NATO mais robusta no Ártico, incluindo a região.
Meloni disse que não apoiaria nenhuma ação militar dos EUA para controlar Groenlândia, destacando que essa opção não seria de interesse de ninguém, inclusive dos Estados Unidos. Ela ressaltou que uma mudança assim impactaria a OTAN de forma significativa.
A chefe de governo italiana falou em meio a preocupações recentes sobre intenções dos EUA em relação a Groenlândia, após ações de fim de semana envolvendo a liderança venezuelana. Ela mencionou que Washington tem explorado várias opções, inclusive o uso da força, segundo relatos de veículos internacionais.
Para ela, é necessário reforçar a presença da OTAN no Ártico para evitar interferência de outros atores. Meloni afirmou que a aliança deve manter vigilância e coordenação na região, sem detalhar estratégias específicas.
Ela acrescentou que entende as preocupações norte-americanas sobre manter o controle de áreas estratégicamente sensíveis, mas manteve o tom de cautela. O objetivo seria evitar qualquer escalada que comprometa a estabilidade da OTAN.
Meloni reforçou a ideia de que a estabilidade na região depende de uma atuação coordenada entre aliados. Ela afirmou que a parceria transatlântica continua essencial para a segurança coletiva e o acompanhamento das dinâmicas no Ártico.
Entre na conversa da comunidade