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Principais prisioneiros venezuelanos ligados ao movimento de oposição

Venezuela libera prisioneiros políticos como sinal de paz após a captura de Maduro; pelo menos nove já foram soltos

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
People attend a vigil, as family members and human rights activists protest in front of the Helicoide headquarters to demand the continued release of political prisoners, after National Assembly President Jorge Rodriguez announced that a number of foreign and Venezuelan prisoners will be released, in Caracas, Venezuela, January 9, 2026.
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  • A Venezuela começou a liberar, aos poucos, presos considerados políticos por organizações de direitos humanos e pela oposição, após a captura do presidente Nicolás Maduro pelos EUA no fim de semana anterior.
  • Até sexta-feira à noite, já havia ao menos nove liberações confirmadas, incluindo cinco cidadãos espanhóis e Enrique Márquez, segundo o Foro Penal.
  • O Foro Penal estima que ainda haja mais de oitocentos presos políticos no país, incluindo pelo menos oitenta estrangeiros.
  • Entre os nomes de prisioneiros de destaque citados estão Juan Pablo Guanipa, Freddy Superlano, Roland Carreño, Perkins Rocha, Rafael Tudares e Javier Tarazona.
  • As autoridades venezuelanas não divulgaram o número exato nem os nomes dos liberados.

Venezuela começa a liberar parte de presos considerados políticos por grupos de direitos humanos e pela oposição, após a captura do presidente Nicolás Maduro nos últimos dias. Segundo o governo, não houve divulgação de números nem nomes, e a ação é vista, por autoridades, como um sinal de pacificação.

Até a sexta-feira à noite, a ONG Foro Penal registrava pelo menos nove liberações, incluindo cinco cidadãos espanhóis e o ex-candidato à presidência opositora Enrique Márquez. A organização estima que mais de 800 presos são considerados políticos, entre eles ao menos 80 estrangeiros.

Entre os presos de maior notoriedade citados pela Foro Penal estão:

Juan Pablo Guanipa, líder opositor aliado a María Corina Machado, detido em maio de 2025 após meses foragido. Autoridades acusam a oposição de terrorismo e de planejar atos contra o governo. Guanipa foi preso dias antes das eleições parlamentares do ano passado.

Freddy Superlano, ex-líder do Voluntad Popular, impedido de concorrer nas eleições estaduais de Barinas em 2021 por decisão da Suprema Corte. Foi preso após as eleições de 2024, em vídeo que mostra a abordagem de agentes encapuzados.

Roland Carreno, jornalista e ex-diretor de operações do Voluntad Popular, detido em agosto de 2024 por agentes não identificados em Caracas. A promotoria o acusou de participação em planos conspirativos.

Perkins Rocha, advogado do movimento Vente Venezuela e aliado próximo de Machado, detido em agosto de 2024 por homens não identificados. Rocha atuava como porta-voz da campanha de Machado.

Rafael Tudares, 45 anos, genro do ex-candidato Edmundo Gonzalez, detido em janeiro de 2025 em Caracas por homens encapuzados enquanto conduzia seus filhos ao colégio. A esposa visita centros de detenção e aguarda informações.

Javier Tarazona, ex-diretor da ONG FundaRedes, detido em julho de 2021 junto com outros membros após relatar assédio de autoridades de inteligência. Tarazona já enfrentou acusações de instigação ao ódio, traição e terrorismo.

As informações sobre as liberações continuam em mudança, com autoridades públicas sem confirmar números oficiais. A ONG e familiares acompanham os desdobramentos, que podem impactar o ambiente político e a mobilização de esforços da oposição no país.

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