- O fogo israelense deixou pelo menos três palestinos mortos em dois incidentes distintos no enclave, segundo autoridades de saúde locais.
- Um palestino foi morto no bairro Tuffah, na cidade de Gaza, área sob controle palestino; dois foram mortos na cidade de Bani Suhaila, a leste de Khan Younis, região ainda ocupada por Israel.
- Não houve comentário do aparato militar de Israel sobre os dois casos.
- O cessar-fogo entre Israel e o Hamas, acordado em outubro, reduziu o conflito, mas não o eliminou, com violações atribuídas a ambos os lados.
- Um porta-voz do Hamas afirmou que o grupo pediu aos mediadores que intervenham para interromper as ações “diárias de violência de Israel” que visam desvirar o acordo de cessar-fogo; desde então, mais de quatrocentos e quarenta palestinos, em sua maioria civis, e três soldados israelenses foram mortos.
Dois ataques de imprensa estrangeira indicam que o fogo israelense deixou pelo menos três palestinos mortos em dois incidentes distintos dentro da Faixa de Gaza, informou o Ministério da Saúde local. Em Tuffah, Gaza City, um palestino morreu, enquanto em Bani Suhaila, a leste de Khan Younis, dois mortos foram registrados. Não houve comentário imediato das forças armadas israelenses sobre os casos.
Os confrontos reduziram-se desde que Israel e o grupo militante Hamas acordaram um cessar-fogo em outubro, no marco de dois anos de conflito. O acordo, no entanto, não pôs fim à violência, com violações sendo de responsabilidade mútua conforme relatos de ambas as partes.
Um funcionário do Hamas disse à Reuters que o grupo pediu aos mediadores que atuem para impedir o que chamou de derrapagens diárias que visam sabotar o acordo. Ao todo, mais de 440 palestinos foram mortos desde o início do cessar-fogo, segundo autoridades de saúde de Gaza, além de três soldados israelenses.
Contexto do cessar-fogo
A escalada de hoje ocorre em meio a tensões persistentes entre Israel e Hamas, após períodos de trégua intermitente. As partes têm trocado acusações sobre violações do acordo. As autoridades em Gaza destacam a alta contagem de vítimas civis desde o resultado do acordo.
Desdobramentos possíveis
Autoridades médicas e observadores indicam que a situação humanitária permanece precária, com deslocamentos e danos a infraestruturas. Não há informações sobre detenções ou responsabilizações imediatas relacionadas aos incidentes de hoje.
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