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Adolescente de NSW é acusado por boato de tiroteio em massa nos EUA

Adolescente da Nova Gales do Sul é acusado de doze crimes de telecomunicações e posse de arma proibida após denúncias falsas de tiroteio nos EUA, sujeito a até quatorze anos de prisão

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
The AFP said it launched an investigation into alleged false US mass shooting reports after receiving intelligence from the FBI.
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  • Um adolescente de New South Wales foi acusado de fazer várias chamadas falsas de emergência, em prática conhecida como swatting, alegadamente simulando tiroteios em grandes redes de varejo e instituições de ensino nos EUA.
  • A polícia federal australiana (AFP) o indiciou em dezoito de dezembro, dizendo que ele faz parte de uma rede criminosa online descentralizada.
  • Em operação, foram apreendidos dispositivos eletrônicos e uma arma de fogo proibida pertencentes ao jovem.
  • A investigação teve início após informações vindas do Federal Bureau of Investigation (FBI), que chamou a atenção para o risco e o uso de identidade criptografada.
  • O adolescente pode pegar até catorze anos de prisão e estava previsto para comparecer à Vara da Criança de NSW na terça-feira.

O que aconteceu: Um adolescente de Nova Gales do Sul foi indiciado após realizar várias chamadas falsas para serviços de emergência, prática conhecida como swatting. Segundo a polícia federal australiana (AFP), ele alegou, de forma fraudulenta, que ocorrências de tiroteio em massa estavam acontecendo em grandes varejistas e instituições de ensino nos Estados Unidos.

Quem está envolvido e quando: O jovem foi indiciado pela AFP no dia 18 de dezembro. O caso envolve o uso de uma rede criminosa online supostamente descentralizada, que operava por meio de teclados para provocar respostas emergenciais em grande escala.

Onde e como ocorreu a operação: A investigação foi conduzida pela Taskforce Pompilid, criada em outubro de 2025 pela AFP. Durante a operação, os agentes apreenderam diversos dispositivos eletrônicos e uma arma de fogo proibida que estavam em posse do menor.

Por que isso aconteceu e desdobramentos: A AFP informou que o objetivo era desencadear respostas de emergência rápidas e desproporcionais, com impactos sobre a segurança pública. A investigação teve apoio de inteligência recebida pelo FBI, que destacou os riscos de chamadas falsas para emergências.

Cooperação internacional e contexto: O diretor assistente da Divisão de Operações Internacionais do FBI enfatizou que esse tipo de crime é perigoso e distorce recursos críticos de emergência, afirmando que anonimato online é ilusório. As autoridades ressaltaram o compromisso de identificar e responsabilizar aqueles que usam tecnologia para causar danos.

Implicações legais e próximos passos: O adolescente responde a 12 acusações de crimes de telecomunicações e a uma acusação de posse não autorizada de arma de fogo proibida, com possibilidade de pena de até 14 anos de prisão. Ele estava previsto para depender de audiência na NSW Children’s Court nesta semana.

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