- Alain Orsoni, ex-líder separatista corso, foi morto a tiros durante o funeral de sua mãe na vila de Vero, a cerca de 30 km de Ajaccio.
- A polícia informou que ele foi atingido por um tiro de longo alcance, segundo o promotor Nicolas Septe.
- Orsoni comandava o Movimento Córsego pela Autodeterminação, considerado pela polícia como frente legal para o grupo armado, o Front de Libération National Corse (versão Tradicional).
- A guarda observou vínculos entre o Front de Libération National Corse – Tradicional Wing e uma série de ataques na ilha nos anos noventa.
- Orsoni já havia sido processado, condenado e posteriormente beneficiado por perdão em relação a um ataque com metralhadora na embaixada iraniana, em Paris, em mil oitenta.
O ex-líder separatista corso Alain Orsoni foi morto a tiros durante o funeral de sua mãe, nesta segunda-feira, em Vero, leste de Ajaccio. A informação foi divulgada pelo Ministério Público de Ajaccio. Orsoni, 71 anos, foi atingido por um disparo de longo alcance.
A polícia local confirmou o assassinato. O corpo foi levado para o velório na aldeia a cerca de 30 km de Ajaccio, na Córsega. Não há, até o momento, informações sobre o autor ou motivação do crime.
Orsoni comandou o Movimento Coral para Autodeterminação da Córsega, visto pela polícia como a fachada legal do grupo armado FLNC-Formula Tradicional. A ligação gerou várias investigações durante as décadas de 1990.
Entre as implicações da carreira, Orsoni já foi processado, condenado e posteriormente perdoado no caso de um ataque com metralhadora à embaixada do Irã, em Paris, em 1980. Ele também ocupou o cargo de presidente do AC Ajaccio no fim dos anos 2000 e início de 2010.
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