- Em Kyiv, equipes de emergência trabalham para restabelecer aquecimento e energia, mais de três dias após ataques russos a alvos de energia.
- 90% dos edifícios de apartamentos da cidade já tiveram o aquecimento restabelecido, restando menos de 500 moradias sem água quente, energia ou aquecimento.
- Centros humanitários, chamados de “pontos de resiliência”, permanecem abertos para abrigar moradores, carregar dispositivos e se aquecer.
- O presidente Volodymyr Zelenskiy alertou que ataques aéreos novos podem ocorrer, pedindo que a população siga os avisos de alerta e se proteja.
- O governo destacou que o esforço de combate aos estragos envolve a restauração de energia, água e gás, com trabalhadores expostos a condições congelantes para atender áreas atingidas.
Em Kyiv, equipes de emergência trabalham desde o romper da noite para restabelecer calor e energia aos moradores, após ataques russos a alvos de energia. Zelenskiy alertou que novos ataques aéreos podem ocorrer em breve.
Cadeias de blocks habitacionais continuaram sem aquecimento, mesmo com operações 24 horas. Centros humanitários, chamados de pontos de resiliência, funcionam para abrigar quem precisa se aquecer e carregar equipamentos.
A campanha de ataques à infraestrutura energética rusos vem se intensificando desde a invasão de 2022, segundo autoridades. O governo prepara ações para sustentar trabalhadores de emergência e o restabelecimento de serviços.
Medidas de apoio e monitoramento
A vice-primeira-ministra informou que cerca de 90% dos edifícios de Kyiv já tiveram aquecimento restabelecido, restando menos de 500 unidades conectadas. O prefeito apontou 800 residências sem energia, principalmente na margem oeste do rio Dnipro.
A primeira-ministra apresentou um programa de pagamentos adicionais para participantes de brigadas de emergência, destacando o esforço de equipes que atuam sob condições frias e riscos para restituir calor, água, gás e eletricidade.
Moradores buscaram os pontos de resiliência no leste da cidade, onde duas tendas foram montadas. Lá, recarregaram aparelhos e conversaram, enquanto o ruído de geradores dominava o ambiente.
Uma moradora de 67 anos, engenheira, relatou ficar sem energia desde o último ataque. Ela destacou a solidariedade entre os cidadãos e a esperança de que a guerra chegue ao fim.
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