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EUA designam a Irmandade Muçulmana como organização terrorista

EUA designam Irmandade Muçulmana como grupo terrorista estrangeiro no Egito, Líbano e Jordânia, atendendo a pedidos de aliados árabes

O presidente Donald Trump ao lado do secretário de Estado Marco Rubio. Foto: ANDREW CABALLERO-REYNOLDS /AFP
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  • EUA designaram a Irmandade Muçulmana como organização terrorista estrangeira no Egito, no Líbano e na Jordânia.
  • A decisão atende a pedidos de aliados árabes e de conservadores norte-americanos.
  • A Irmandade Muçulmana foi fundada no Egito em 1928 e atua em outros países árabes.
  • Marco Rubio, secretário de Estado, afirmou que as ações visam frustrar violência e desestabilização das filiais da organização.
  • A Jordânia já havia declarado o grupo terrorista em abril do ano passado, citando fabricação de armas e planos para desestabilizar o reino; o grupo já era designado terrorista em Egito e Arábia Saudita.

Os Estados Unidos designaram nesta terça-feira 13 a Irmandade Muçulmana como organização terrorista estrangeira, atuante no Egito, no Líbano e na Jordânia. A medida atende a pedidos de aliados árabes e de setores conservadores norte-americanos.

A Irmandade Muçulmana é uma organização pan-islâmica fundada no Egito em 1928, com atuação que se estende por diversos países do mundo árabe. A classificação busca interromper atividades associadas ao grupo nas diversas filiações.

O governo americano afirmou que as designações representam o início de um esforço contínuo para frustrar a violência e a desestabilização das filiais da Irmandade Muçulmana onde ocorrerem. Dados oficiais apontam para ações ligadas a essa rede de grupos.

Anteriormente, a Irmandade Muçulmana já tinha a designação de terrorista em países como Egito e Arábia Saudita, conforme informou o governo dos EUA. A medida reflete uma extensão de esforços de cooperação regional em segurança.

Na Jordânia, a designação ocorreu em abril do ano passado, com acusações de fabricação e armazenamento de armas e de planos para desestabilizar o reino. A decisão norte-americana amplia o alcance da classificação.

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