- O Tesouro dos EUA designou três capítulos da Irmandade Muçulmana — egípcio, libanês e Jordaniano — como terroristas globais.
- A designação implica sanções contra o movimento, considerado influente no mundo árabe.
- A justificativa envolve apoio ou auxílio a ataques violentos contra Israel e parceiros dos EUA, além de apoio a Hamas.
- A medida é parte de um movimento iniciado formalmente em novembro passado pelos EUA.
- Partidos republicanos e vozes de direita defendem há anos a designação da Irmandade Muçulmana como terrorista.
O governo dos Estados Unidos designou nesta terça-feira as filiais da Irmandade Muçulmana do Egito, do Líbano e da Jordânia como organizações terroristas globais. A decisão cita, entre outros pontos, o suporte ao Hamas.
O Tesouro dos EUA informou que classificou as três filiais como terroristas globais especialmente designados, sujeitas a sanções financeiras e de controle de ativos.
O comunicado acusa as entidades de defender ou incentivar ataques violentos contra Israel e parceiros dos EUA, mesmo afirmando atuar como organizações cívicas legítimas.
A ação formaliza uma linha já em avaliação desde novembro, quando a administração anterior iniciou o processo de designação.
Analistas avaliam que a designação pode impactar redes afiliadas e relações diplomáticas na região, enquanto o movimento islâmico afirma manter sua posição pública.
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