- Os Estados Unidos entregaram suprimentos militares críticos à Nigéria para fortalecer as operações do país, informou o Comando África dos Estados Unidos (AFRICOM).
- A entrega ocorreu após um ataque aéreo contra militantes do Estado Islâmico no noroeste do país no mês passado.
- Em Abuja, o AFRICOM afirmou que a remessa apoia as operações em curso da Nigéria e reforça a parceria de segurança entre os dois países.
- O AFRICOM não detalhou quais equipamentos foram enviados; a Nigéria enfrenta insurgência no nordeste há quinze anos e grupos criminosos de sequestro no noroeste.
- A Nigéria disse que o ataque faz parte da cooperação de segurança com os EUA, incluindo compartilhamento de inteligência e coordenação estratégica, com relatos de operações de coleta de inteligência sobre o território desde novembro.
O Comando Africano das Forças Armadas dos EUA (AFRICOM) informou nesta terça-feira que entregou suprimentos militares críticos à Nigéria para fortalecer as operações do país na região. A entrega ocorreu na capital, Abuja, e faz parte de uma parceria de segurança entre os dois países.
A ação ocorre após um ataque norte-americano a militantes do Estado Islâmico no noroeste da Nigéria, realizado no mês passado. A AFRICOM afirmou, em mensagem publicada no X, que a entrega apoia as operações em curso na Nigéria e reforça a parceria de segurança.
Segundo a AFRICOM, não foram especificados os tipos de equipamentos encaminhados ao país. A Nigéria enfrenta há 15 anos insurgência islamista no nordeste e, mais recentemente, ataques de grupos criminosos que atuam principalmente no noroeste.
Na semana passada, a Nigéria informou que o ataque norte-americano em Sokoto ocorreu em coordenação com autoridades locais e resultou na morte de vários militantes do Estado Islâmico. O ministério das Relações Exteriores do país ressaltou que o episódio faz parte da cooperação de segurança com os EUA, incluindo compartilhamento de inteligência.
A Reuters havia informado recentemente que os EUA vinham realizando voos de reconhecimento sobre amplas áreas da Nigéria desde o fim de novembro, como parte das ações de cooperação e monitoramento.
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