- O governo dos EUA pediu mandados judiciais para apreender dezenas de navios-tanque ligados ao comércio de petróleo venezuelano, segundo fontes familiarizadas com o assunto.
- Forças militares dos EUA e a Guarda Costeira have interceptado cinco embarcações em águas internacionais, ligadas ao petróleo da Venezuela, em semanas recentes.
- As ações fazem parte de uma campanha para pressionar o presidente Nicolás Maduro a deixar o poder, que teve desfecho com a captura dele no dia três de janeiro.
- O Departamento de Justiça abriu ações civis de confisco em tribunais dos EUA, permitindo a apreensão de cargas de petróleo e de navios envolvidos no comércio.
- Houve uma pausa nas ações desde sexta-feira; o governo pode retomar ações contra navios e cargas não autorizados, conforme fontes.
O governo dos EUA solicitou warrants judiciais para apreender dezenas de navios-tanques ligados ao comércio de petróleo da Venezuela, segundo quatro fontes familiarizadas com o assunto. As ações visam consolidar o controle de embarcações que transportam petróleo venezuelano, em meio à pressão por mudanças de governo no país.
Aproximadamente cinco embarcações já foram interceptadas pela Marinha norte-americana e pela Guarda Costeira em águas internacionais, envolvendo cargas venezuelanas ou histórico de participação no comércio. As prisões ocorreram em semanas recentes, dentro de uma estratégia para pressionar o regime de Nicolás Maduro.
As informações indicam que o governo Trump busca manter o controle sobre os recursos petrolíferos venezuelanos por tempo indefinido, em meio a esforços para reconstruir a indústria local. Ações civis de perda de bens e apreensão de cargas já foram movidas em diferentes tribunais federais, principalmente em Washington, DC.
Sobre o número exato de warrants e o total de apreensões já autorizadas, as decisões legais não são públicas e as fontes não forneceram números oficiais. Fontes disseram que dezenas de ações foram protocoladas, sem confirmar contagens específicas, citando sensibilidade do tema.
Navios interceptados estavam sob sanções dos EUA ou integravam uma “frota sombra” que oculta a origem das cargas para movimentar petróleo de produtores sancionados como Irã, Rússia e Venezuela. Ainda há navios no mar movendo petróleo venezuelano para a China, segundo fontes do setor.
Atualizações em curso
Fontes indicaram pausa nas ações de apreensão desde sexta-feira, com possibilidade de retomar contra navios e cargas não autorizadas pelos EUA. O Pentágono enfatizou que a política é localizar e interceptar toda a frota obscura envolvida no transporte de petróleo venezuelano.
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