- ONU diz que pelo menos 100 crianças morreram em Gaza desde o início da trégua entre Hamas e Israel, há três meses.
- UNICEF aponta 60 meninos e 40 meninas entre as vítimas, mortas por bombardeios aéreos, drones, tanques e munição real; número real pode ser maior.
- Ministério da Saúde de Gaza registrou 442 mortes desde a trégua, incluindo 165 crianças.
- Um funcionário de Gaza afirma que sete crianças morreram de hipotermia neste ano.
- Dados da ONU indicam que mais de setenta mil pessoas morreram em Gaza desde o início da guerra; quase 80% dos edifícios foram destruídos ou danificados.
Pelo menos 100 crianças morreram em Gaza desde o início da trégua entre Hamas e Israel, segundo a ONU. A informação foi divulgada nesta terça-feira e aponta que as mortes ocorreram em ataques aéreos, drones, tanques e outras ações.
O porta-voz da Unicef, James Elder, destacou que 60 meninos e 40 meninas perderam a vida. Ele ressaltou que o número real pode ser ainda maior, diante de dificuldades de registro no território.
Segundo a União, as vítimas se acumulam ao longo de três meses de cessar-fogo iniciado em outubro. A coleta de dados ocorreu durante coletiva remota da Cidade de Gaza.
Um funcionário do Ministério da Saúde de Gaza indicou 442 mortes desde o início da trégua, incluindo 165 crianças. O registro também aponta casos de morte por hipotermia neste ano.
O levantamento das autoridades de Gaza aponta que mais de 70 mil pessoas morreram no território desde o início da guerra, desencadeada em 7 de outubro de 2023.
Mais de 80% dos edifícios de Gaza foram destruídos ou danificados pelo conflito, segundo dados da ONU. A agência cita impactos diretos sobre infraestrutura essencial e serviços básicos.
Contexto humanitário
Para a ONU, o cessar-fogo reduziu some incidentes de grande escala, mas as cifras infantis destacam a persistência da violência. Organizações pedem acesso seguro a áreas impactadas e proteção de civis.
O que vem a seguir
Autoridades internacionais monitoram a situação para atualizar números e melhorar o registro de vítimas. A ONU reforça a necessidade de proteção de crianças e apoio humanitário contínuo.
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