- O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, afirmou que, desde dezembro de 2024, foram libertadas 400 pessoas consideradas presas políticas pela oposição.
- Grupos que monitoram os presos contestam o número e pedem a divulgação da lista com os nomes.
- Rodríguez disse que as libertações visam promover convivência pacífica e unidade nacional, e alegou ter liberado pessoas que incitaram invasão e agressão militar contra o país.
- Segundo ele, 160 pessoas já haviam sido libertadas em 23 de dezembro de 2024, e a lista dos liberados seria publicada pela oposição.
- Entre os libertados está o ex-candidato à presidência Enrique Márquez, preso sob a acusação de tentativa de golpe de Estado.
Desde dezembro de 2024, a Venezuela afirma ter libertado 400 pessoas consideradas presas políticas pela oposição. A divulgação foi feita pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, na noite de terça (13).
Segundo Rodríguez, a medida busca promover convivência pacífica e unidade nacional, em um processo considerado unilateral pelo governo. O deputado oposicionista Luís Florido questionou os números e pediu a lista de nomes.
Oposição contesta
A oposição afirma que muitas prisões são políticas ou motivadas por perseguição. Florido disse que aguardava a publicação da relação para verificar os nomes e confirmar quem já saiu.
Grupos que monitoram a situação contestam os 400 libertados e pedem a divulgação da lista com os nomes. Alegam falta de transparência no balanço oficial.
Detalhes dos libertados
Rodríguez afirmou que 160 libertações ocorreram já no dia 23 de dezembro de 2024. O deputado prometeu disponibilizar a lista completa dos liberados para avaliação pública.
Entre os libertados está o ex-candidato à presidência Enrique Márquez, preso sob a acusação de tentativa de golpe de Estado no contexto de contestações à reeleição de Nicolás Maduro.
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