- Bose Krishnamachari renuncia aos cargos de presidente da Kochi Biennale Foundation e de membro do conselho, após treze anos à frente da Kochi-Muziris Biennale.
- A justificativa apresentada é de “razões familiares prementes”; a saída não deve impactar a sexta edição, For the Time Being, que abriu no mês passado e segue até 31 de março.
- Krishnamachari foi um dos fundadores da bienal, criada em 2012 em Fort Kochi, Kerala, sendo a edição internacionalmente mais reconhecida do país.
- O cofundador Riyas Komu deixou o cargo após acusações de assédio em 2018; desde então, cada edição tem sido curada por um artista sul-asiático de destaque.
- A fundação informou que busca uma “pessoa eminente” para suceder o presidente, com o objetivo de manter o padrão do evento.
Bose Krishnamachari, artista e curador, renunciou aos cargos de presidente da Kochi Biennale Foundation e de membro do conselho da Kochi-Muziris Biennale, após 13 anos à frente do encontro de arte. a decisão foi anunciada por ele, citando motivos familiares urgentes.
A saída não deve afetar a sexta edição da bienal, For the Time Being, que abriu no mês passado e segue até 31 de março. Krishnamachari deixa as funções institucionais enquanto a edição segue em cartaz.
Fundador da Kochi-Muziris Biennale em 2012, Krishnamachari lançou o evento em Fort Kochi, região de Kerala. Até hoje, a bienal é reconhecida internacionalmente como uma plataforma de arte contemporânea na Índia, com curadorias por artistas sul-asiáticos.
A trajetória da bienal soma elogios pela ousadia e pela participação política, mas também críticas por falhas logísticas, gestão de recursos e comunicação entre organizadores. Em 2018, Riyas Komu deixou o papel de cofundador após denúncias de assédio.
A Kochi Biennale Foundation informou que buscará “uma pessoa eminente com alta credencial no mundo da arte” para assumir a presidência. A instituição informou, ainda, que já há planos para a transição seguir sem impactos para a programação atual.
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