- EUA concluíram a primeira venda de petróleo venezuelano desde que passaram a controlar o setor, conforme fonte americana à AFP.
- O valor da operação é de 500 milhões de dólares, aproximadamente 2,7 bilhões de reais, com possibilidade de novas vendas nos próximos dias ou semanas.
- A Casa Branca afirmou que foi negociado um acordo energético histórico com a Venezuela, beneficiando os povos americano e venezuelano.
- Na semana passada, Trump informou que as autoridades interinas da Venezuela entregariam entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo sancionado, com controle das receitas pelos Estados Unidos.
- O presidente assinou decreto de emergência para proteger ativos venezuelanos, incluindo receitas de petróleo, localizados nos EUA, para evitar que sejam apreendidos por tribunais ou credores.
Os Estados Unidos concluíram a primeira venda de petróleo venezuelano desde que passaram a controlar o setor, após a captura do presidente Nicolás Maduro. A operação foi confirmada por um representante americano à AFP na quinta-feira 15. O valor da venda chega a 500 milhões de dólares.
A transação marca um marco no que o governo americano chamou de gestão energéticas de uma Venezuela interina. Fontes oficiais indicam que outras vendas podem ocorrer nos próximos dias ou semanas, conforme avancem as negociações.
Trump comunicou planos de ampliar o controle sobre as receitas geradas pelos barris exportados. Após a prisão de Maduro, o presidente assinou um decreto de emergência para proteger ativos venezuelanos, incluindo receitas de petróleo, em território dos EUA.
Contexto estratégico
A Casa Branca afirma que as autoridades interinas venezuelanas devem remeter ao governo americano parte das receitas sancionadas, como meio de reforçar a influência sobre o setor. A declaração cita interesse de empresas privadas em explorar maiores reservas do país.
Um porta-voz da Casa Branca descreveu o movimento como uma medida para proteger o continente de ameaças diversas, destacando o combate a terroristas, tráfico de drogas e adversários estrangeiros. Não houve menção a prazos ou condições adicionais para as próximas operações.
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