- O chefe do Comando Conjunto do Ártico da Dinamarca disse que não houve registro de embarcações chinesas ou russas perto da Groenlândia; há navios russos e chineses no Ártico, mas não na proximidade da Groenlândia.
- A declaração foi feita a bordo de um navio de guerra dinamarquesa em Nuuk, e o general Soren Andersen informou ter convidado os EUA para participarem de exercícios previstos para este ano na ilha; ainda não houve confirmação de participação.
- O Comando Conjunto do Ártico dinamarquês atua na soberania, vigilância, inspeção pesqueira e busca e salvamento na Groenlândia e nas Ilhas Faroe, com destroyers, aeronaves, helicópteros e monitoramento por satélite.
- O posto, sediado em Nuuk, também opera a patrulha com as habilidades de trenó puxado por cães da Groenlândia para operações de longo alcance.
- No ano passado, Copenhague anunciou um pacote de defesa ártica no valor de 42 bilhões de Danish crowns, em resposta a críticas de que a Dinamarca faz pouco pela defesa da Groenlândia.
O chefe do Comando Ártico Conjunto da Dinamarca informou nesta sexta-feira que não houve avistamento de navios chineses ou russos perto de Groenlândia, apesar de declarações anteriores do presidente dos EUA. O anúncio foi feito em Nuuk, capital da Groenlândia, durante uma coletiva a bordo de um navio de guerra dinamarquês.
Segundo o general Soren Andersen, há navios chineses e russos no Oceano Ártico, mas não nas proximidades de Groenlândia. Ele afirmou que a invasão de observação não ocorreu na região alvo da jurisdição dinamarquesa.
Ainda durante a coletiva, Andersen disse ter estendido o convite para que os EUA participem de exercícios previstos na ilha neste ano. A resposta sobre a participação ainda não havia sido definida.
O Comando Ártico Conjunto da Dinamarca atua na soberania, vigilância, inspeção pesqueira e busca e resgate em Groenlândia e nas Ilhas Feroe, utilizando navios, aeronaves, helicópteros e monitoramento via satélite. A sede fica em Nuuk, com cerca de 150 funcionários.
Copenhague informou, no ano passado, um pacote de defesa ártica no valor de 42 bilhões de coroas dinamarquesas. A medida visou reforçar a capacidade de defesa na região, em meio a declarações internacionais sobre segurança no Ártico.
Ao longo da semana, líderes europeus enviaram pequenas equipes militares à Groenlândia, a pedido de Dinamarca, em um contexto de tensões com a administração americana. O objetivo é fortalecer exercícios e cooperação com parceiros da OTAN na região.
Entre na conversa da comunidade