- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no Rio de Janeiro, e ambos fizeram foto oficial e declararam conjuntamente.
- Lula classificou a demora para o acordo como “25 anos de sofrimento e tentativa de acordo” e disse que o entendimento vai além do aspecto econômico, compartilhando valores como democracia, Estado de Direito e direitos humanos.
- Von der Leyen elogiou a liderança de Lula, destacou que o acordo representa uma conquista de geração e ressaltou avanços para o multilateralismo, com mais diálogo político e padrões elevados de direitos trabalhistas e defesa do meio ambiente.
- A agenda incluiu a cerimônia de assinatura prevista em Assunção, no Paraguai, mas o Brasil informou que Lula não participará; o ministro Mauro Vieira vai representar o país.
- O acordo visa reduzir tarifas e criar a maior zona de livre comércio do mundo, envolvendo cerca de 720 milhões de pessoas e um PIB de US$ 22 trilhões.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta sexta-feira (16), no Rio de Janeiro, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Os dois posaram para foto oficial e fizeram uma declaração conjunta.
Lula destacou a demora para estabelecer o acordo como “25 anos de sofrimento e tentativa de acordo” e afirmou que o entendimento vai além do aspecto econômico. Segundo o presidente, UE e Mercosul compartilham valores como democracia, Estado de Direito e direitos humanos.
Von der Leyen elogiou a liderança de Lula, dizendo que o acordo representa uma conquista de uma geração. A dirigente reforçou que a parceria fortalece o multilateralismo, ampliando o diálogo político e elevando padrões de direitos trabalhistas e proteção ambiental.
A agenda também incluiu a cerimônia de assinatura prevista em Assunção, no Paraguai. O governo brasileiro informou que Lula não participará da oficialização; o ministro Mauro Vieira representará o Brasil no ato.
A reunião ocorreu no dia anterior à assinatura do acordo entre Mercosul e UE, em Assunção. O acordo prevê reduzir tarifas e criar a maior zona de livre comércio do mundo, com cerca de 720 milhões de pessoas e PIB de US$ 22 trilhões.
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