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Rússia celebra disposição de europeus para retomar o diálogo

Kremlin aponta França, Itália e Alemanha como dispostas a retomar o diálogo, enquanto Reino Unido mantém posições radicais, potencialmente atrapalhando a paz

O Kremlin, em Moscou – Foto; Natalia Kolesnikova/AFP
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  • O Kremlin considerou positiva a disposição de França, Itália e Alemanha para retomar o diálogo com a Rússia, interrompido após a ofensiva contra a Ucrânia em 2022.
  • O porta-voz Dmitri Peskov disse que, em Paris, Roma e Berlim, houve afirmação de que é necessário conversar com os russos para garantir a estabilidade na Europa, o que estaria alinhado com a visão russa.
  • Peskov criticou a posição do Reino Unido, afirmando que o país mantém posições radicais e não ajuda na busca pela paz.
  • Até então, os europeus tinham rompido quase todos os contatos com Moscou desde o início do conflito, com poucas exceções.
  • O texto também cita que Donald Trump restabeleceu diálogo com Putin após retornar à Casa Branca em janeiro de 2025, mantendo diversas conversas e sediando uma cúpula no Alasca em agosto de 2025.

O Kremlin avaliou como positiva a disposição de países europeus para retomar o diálogo com a Rússia, após interrupção ocorrida com o início da ofensiva na Ucrânia em 2022. A avaliação foi feita nesta sexta-feira 15, em Moscou, pelo porta-voz Dmitri Peskov.

Segundo Peskov, representantes de Paris, Roma e Berlim defenderam a necessidade de conversar com Moscou para assegurar a estabilidade europeia. Ele afirmou que esse posicionamento está alinhado com a visão russa.

O porta-voz russo criticou a postura do Reino Unido, afirmando que o país mantém posições radicais e não busca contribuir para a paz. Agradância pelas aberturas veio em meio ao isolamento de Moscou junto a outros governos ocidentais desde o início do conflito.

O contexto inclui o esfriamento das relações entre Moscou e grande parte da UE, com poucas exceções, após a ofensiva contra a Ucrânia. Na mesma linha de comunicação internacional, o presidente dos EUA, Donald Trump, retomou o diálogo com Putin após retornar à Casa Branca em janeiro de 2025, mantendo conversas telefônicas e uma cúpula realizada no Alasca em agosto de 2025.

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