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Acordo entre UE e Mercosul é assinado após 26 anos de negociações

Acordo entre Mercosul e União Europeia é assinado em Assunção após vinte e seis anos de negociação, impactando setecentos milhões de pessoas

Rio de Janeiro (RJ), 16/01/2026 - O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e a presidente da Comissão Europeia (CE), Ursula van der Leyen, durante reunião no Palácio do Itamarati antes da assinatura do acordo Mercosul - União Européia. Foto: Ricardo Stuckert/PR
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  • Em 17 de janeiro de 2026, em Assunção, Paraguai, foi assinado o acordo entre Mercosul e União Europeia após 26 anos de negociações.
  • O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, representou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no evento.
  • Estavam presentes presidentes de Argentina, Paraguai, Bolívia, Uruguai e Panamá, além de Ursula von der Leyen e António Costa.
  • O chanceler brasileiro disse que o acordo estabelece uma parceria com enorme potencial econômico e sentido geopolítico para os países envolvidos.
  • O acordo impactará setecentos milhões de pessoas, com expectativas de mais empregos, investimentos e integração produtiva.

O acordo econômico entre Mercosul e União Europeia foi assinado neste sábado, 17 de janeiro de 2026, em Assunção, Paraguai. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, representou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cerimônia. As negociações tiveram início em 1999 e envolvem 700 milhões de pessoas.

Estavam presentes os chefes de Estado da Argentina, Paraguai, Bolívia, Uruguai e Panamá, além da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e do presidente do Conselho Europeu, António Costa. O ato ocorreu em meio a uma agenda marcada pela cooperação econômica.

O chanceler brasileiro afirmou que o acordo estabelece uma parceria com enorme potencial econômico e significado geopolítico para os países. Vieira destacou ganhos previstos em empregos, investimentos, integração produtiva, inovação tecnológica e inclusão social.

Participantes e relevância

A assinatura consolidou a hiperlição entre as duas regiões, com base em valores comuns e na busca por maior diálogo em cenários de protecionismo. O acordo promete ampliar o comércio e facilitar investimentos entre os blocos.

Impacto e próximos passos

Ao longo da implementação, espera-se maior integração produtiva, cadeias de suprimento mais resilientes e transferência de tecnologia. Autoridades sinalizam que o acordo pode exigir ajustes regulatórios nos próximos meses.

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