- Uma versão preliminar da carta, enviada a cerca de 60 países pela administração dos Estados Unidos, propõe que os membros contribuam US$ 1 bilhão em caixa para manter a adesão por mais de três anos.
- O texto determina que o mandato de cada Estado-membro terá duração de até três anos desde a entrada em vigor da carta, com renovação a critério do presidente.
- O prazo de três anos não se aplica aos países que contribuírem mais de US$ 1,0 bilhão em caixa ao Conselho de Paz no primeiro ano de vigência.
- A notícia foi reportada pela Bloomberg News e verificada pela Reuters; reportagem de John Irish, edição de Louise Heavens.
- Local e data: Paris, 18 de janeiro de 2026.
A íntegra de uma minuta de estatuto revelou que a administração dos EUA enviou a cerca de 60 países um documento que estipula contribuição de 1 bilhão de dólares em caixa para manter a participação por mais de três anos no Conselho de Paz de Gaza. O texto foi visto pela Reuters.
Conforme o rascunho, cada Estado-membro terá um mandato de até três anos a partir da entrada em vigor do estatuto, com possibilidade de renovação pelo presidente do órgão. A medida visa definir a duração da participação no conselho.
A condição de três anos não vale para Estados que aportarem mais de 1 bilhão de dólares em caixa no primeiro ano de vigência do estatuto, segundo o documento. A reportagem contou com informações de fontes que acompanharam o tema.
A notícia aponta que o rascunho foi divulgado em Paris, na sexta-feira, e que a primeira entrega do projeto envolve um total de cerca de seis dezenas de países. Não foram fornecidos detalhes adicionais sobre a origem do texto.
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