- Cuba realizou uma reunião do Conselho de Defesa Nacional para avaliar a preparação militar em caso de guerra, conforme comunicado oficial publicado pela imprensa estatal no domingo 18.
- O encontro, que ocorreu no sábado, teve o objetivo de incrementar e aperfeiçoar o preparo e a coesão dos órgãos de direção e do pessoal.
- O texto afirma que a sessão analisou e aprovou planos e medidas para a passagem ao Estado de Guerra, dentro da concepção estratégica da “Guerra de todo o Povo”.
- A atividade ocorreu no Dia Nacional da Defesa, e o líder Raúl Castro informou ter tomado ciência da sessão, qualificada como boa e eficiente.
- A escalada de tensões com os Estados Unidos envolve questões com a incursão em Caracas, na qual morreram 32 cubanos; Díaz-Canel negou conversas em curso com Washington.
Cuba realizou uma reunião do Conselho de Defesa Nacional para avaliar sua preparação militar em caso de guerra, diante de tensões crescentes com os Estados Unidos. O anúncio foi publicado pela imprensa estatal neste domingo.
O objetivo divulgado foi incrementar e aperfeiçoar o nível de preparação e coesão dos órgãos de direção e do pessoal, sem detalhar planos específicos para a passagem ao Estado de Guerra. A reunião ocorreu no sábado.
A atividade integra a estratégia da Guerra de todo o Povo, conforme o texto oficial, que descreve mobilização de civis em caso de conflito armado. A data coincidiu com o Dia Nacional da Defesa.
Raúl Castro, líder histórico presente na reunião, foi informado do andamento dos trabalhos e considerou a sessão boa e eficiente. O presidente Miguel Díaz-Canel lidera o Conselho de Defesa Nacional.
O contexto envolve a escalada de ameaças do governo dos EUA após uma operação militar em Caracas, que resultou na morte de 32 cubanos, incluindo integrantes da segurança de Maduro. O governo cubano não confirmou negociações com Washington.
Díaz-Canel negou, no início da semana, a existência de conversas em curso com os EUA, reiterando posição oficial sobre o tema. A situação mantém Cuba atenta a desdobramentos regionais e eventuais mudanças nas políticas americanas.
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