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Reino Unido mantém posição inegociável sobre Groenlândia, diz Lisa Nandy

Reafirmação britânica de posição sobre Groenlândia é inegociável; tarifas de Trump ameaçam aliados da OTAN que enviaram tropas ao território

Lisa Nandy stood outside BBC Broadcasting House in a white blazer and black shirt
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  • A posição do Reino Unido sobre Groenlândia é “não negociável”, segundo a secretária de cultura, Lisa Nandy.
  • Trump propôs tarifas de 10% para membros da OTAN que implantaram tropas na Groenlândia, com possibilidade de subir a 25% se não houver acordo até 1 de junho.
  • O governo disse que a decisão sobre tarifas está completamente errada e reiterou que o futuro da Groenlândia deve ser decidido pelos habitantes da Groenlândia e pelo Reino da Dinamarca.
  • Nandy afirmou que haverá conversas com autoridades americanas e não revelou se o Reino Unido adotará retaliações; manteve a posição de que não há negociação sobre Groenlândia.
  • Trump divulgou as tarifas nas redes sociais, dizendo que começariam em 1 de fevereiro, em meio a tensões diplomáticas sobre o território estratégico.

O Reino Unido mantém a posição de que o futuro de Groenlândia é inegociável, afirmou Lisa Nandy, secretária de cultura, à luz da ameaça de tarifas de 10% sobre países da OTAN que mantêm tropas na região.

A declaração ocorreu após críticas de Keir Starmer à decisão de Donald Trump e ao plano de comprar Groenlândia. Nandy não informou como o Reino Unido reagiria a eventuais medidas dos EUA.

Trump comunicou que as tarifas entrariam em vigor em 1º de fevereiro para membros da OTAN que tenham deslocado tropas à Groenlândia, incluindo Reino Unido, França e Alemanha. As tarifas poderiam chegar a 25% em 1º de junho caso não haja acordo.

Questionada sobre retaliações ou punições adicionais, como atrasar visitas de estado, Nandy disse que manteria diálogo com autoridades americanas e destacou interesses comuns na cooperação entre os dois países.

Ela reforçou que a posição britânica sobre Groenlândia é firme e que não se pode usar a força de palavras para resolver a disputa, enfatizando que o futuro da Groenlândia deve ser decidido pelos seus habitantes e pelo reino da Dinamarca.

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