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Conservador avança para o segundo turno em Portugal

Ventura avança ao segundo turno contra Seguro em 8 de fevereiro, marco político para Portugal e o crescimento do Chega na mira presidencial

Portugal: conservador avança para o segundo turno
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  • André Ventura, líder do Chega, avançou ao segundo turno da eleição presidencial em Portugal, que será disputada em oito de fevereiro, contra António José Seguro.
  • No primeiro turno, Seguro lidera com 30,62% dos votos; Ventura fica em segundo com 24,26% (95% dos votos apurados).
  • João Cotrim de Figueiredo ficou em terceiro (15,49%), seguido pelo almirante Henrique Gouveia e Melo (12,25%) e pelo ex-ministro Luís Marques Mendes (11,97%).
  • Estavam aptos para votar mais de 11 milhões de cidadãos, incluindo mais de 1,7 milhão no exterior; o presidente Marcelo Rebelo de Sousa deixa o cargo ao final do mandato de dois mandatos.
  • Em Portugal, o presidente atua como árbitro e fiscalizador da vida política; Ventura lidera um partido classificado como ultradireita pela opinião pública, que se apresenta como direita autêntica e defende valores nacionais.

O líder do Chega, André Ventura, avançou ao segundo turno da eleição presidencial em Portugal e disputará a única vaga de chefe de Estado com o socialista António José Seguro, em 8 de fevereiro. A divulgação parcial aponta Seguro na liderança com 30,62% e Ventura em segundo, com 24,26%, com 95% dos votos apurados.

Na contagem preliminar, o liberal João Cotrim de Figueiredo aparece em terceiro com 15,49%. Em seguida, o almirante na reserva Henrique Gouveia e Melo soma 12,25%, e o comentarista conservador Luís Marques Mendes fica com 11,97%. Os demais seis candidatos não passam de 2%.

Mais de 11 milhões de eleitores estavam aptos a votar, incluindo 1,7 milhão no exterior. A eleição define o sucessor do presidente Marcelo Rebelo de Sousa, que encerra o segundo mandato de cinco anos e não pode concorrer novamente. O objetivo é indicar o candidato que deverá atuar como árbitro institucional.

Desempenho no primeiro turno

Em Portugal, o presidente atua como árbitro político, com poderes para vetar leis, dissolver o Parlamento e convocar novas eleições. O resultado do segundo turno terá peso relevante para o equilíbrio entre as forças políticas em vigor.

Contexto do Chega e da campanha

O Chega, partido fundado em 2019, lidera a corrida de Ventura, que enfatizou temas como segurança pública e imigração durante a campanha. O lema utilizado foi “Salvar Portugal”, associado a propostas de endurecimento de políticas criminais e de controle migratório.

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