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França não pretende aderir ao Conselho de Paz de Trump

França não pretende aderir ao Conselho de Paz de Trump por ora; mantém foco no cessar-fogo em Gaza e na Carta das Nações Unidas

O presidente da França, Emmanuel Macron, em Nova York, em 23 de setembro de 2025. Foto: Ludovic Marin/AFP
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  • A França disse à AFP que não prevê responder favoravelmente, por ora, ao convite de aderir ao “Conselho de Paz” promovido por Donald Trump.
  • O conselho foi criado para supervisionar a reconstrução de Gaza, mas seu estatuto indica atuação que vai além do território palestino.
  • Uma fonte próxima a Emmanuel Macron afirmou que a França continua comprometida com um cessar-fogo em Gaza.
  • A Casa Branca convidou várias lideranças para integrar o conselho, entre elas Vladimir Putin, Viktor Orban e Mark Carney.
  • O Ministério das Relações Exteriores enfatizou o apego à Carta das Nações Unidas e ao multilateralismo, ressaltando o papel francês no Conselho de Segurança da ONU.

A França não pretende responder positivamente ao convite para aderir ao Conselho de Paz promovido por Donald Trump. A afirmação foi feita à AFP por um interlocutor próximo ao presidente Emmanuel Macron nesta segunda-feira, 19.

Segundo a fonte, o documento sobre o Conselho “vai além do mero marco de Gaza” e levanta questões relevantes sobre os princípios e a estrutura das Nações Unidas. A França mantém o compromisso com um cessar-fogo em Gaza.

A Casa Branca pediu que líderes mundiais participem do Conselho de Paz, que tem como objetivo supervisionar a reconstrução de Gaza. Entre os convidados estão Vladimir Putin, Viktor Orbán e Mark Carney, conforme apurado pela imprensa.

Reação oficial de Paris

O Ministério das Relações Exteriores francês já havia reiterado o apego ao Estatuto da ONU e à Carta das Nações Unidas. A chancelaria enfatizou a importância do multilateralismo e do direito internacional para a solução pacífica de controvérsias.

Contexto internacional

O Conselho de Paz, criado sob a égide do governo dos EUA, é apresentado como uma estrutura de supervisão além do território de Gaza. A iniciativa permanece sob escrutínio internacional, com diferentes interpretações sobre seu alcance e legitimidade.

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