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Líderes católicos dos EUA criticam política externa do governo Trump

Três arcebispos católicos dos EUA criticam a política externa do governo, afirmando que a guerra deve ser último recurso diante de Venezuela, Ucrânia e Groenlândia

People gather outside Our Lady of Sorrows Catholic Church in the Corona neighborhood, a largely immigrant community, in the Queens borough of New York City, U.S., January 8, 2026. REUTERS/Dana Edwards
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  • Três arcebispos católicos dos EUA criticaram a direção da política externa do país, dizendo que o papel moral dos Estados Unidos está em questão e que a intervenção militar deve ser o último recurso extremo.
  • A declaração conjunta, emitida em dezenove de dezenove, foi assinada pelos cardeais Blase Cupich (Chicago), Robert McElroy (Washington) e Joseph Tobin (Newark), sem mencionar diretamente o presidente.
  • Eles citaram a Venezuela, a guerra na Ucrânia e ameaças à Groenlândia para sustentar que o direito das nações à autodeterminação parece frágil.
  • O texto também mencionou o Papa Leão XIII, que já havia criticado políticas do presidente Donald Trump, em especial relacionadas à imigração.
  • A Casa Branca não respondeu de imediato; os arcebispos defenderam uma política externa moral, em que a ação militar seja apenas um recurso extremo.

Três arcebispos católicos dos EUA criticaram nesta segunda-feira a direção da política externa do governo Trump, afirmando que o papel moral dos EUA no combate ao mal no mundo está em questão e que a ação militar deve ser o último recurso extremo.

Em declaração conjunta, cardeais Blase Cupich, de Chicago, Robert McElroy, de Washington, e Joseph Tobin, de Newark, afirmaram que 2026 representa o debate mais profundo sobre o fundamento moral das ações americanas desde o fim da Guerra Fria.

O texto cita acontecimentos na Venezuela, na Ucrânia e ameaças à Groenlândia feitas pelo governo dos EUA, destacando que o direito das nações à autodeterminação parece frágil.

A nota não menciona diretamente o presidente Donald Trump; a Casa Branca não respondeu a pedidos de comentário.

Os arcebispos defenderam uma política externa que não utilize a guerra como instrumento de interesses nacionais restritos e defenderam a ação militar apenas em situações extremas.

Contexto

A declaração faz referência ao tema já discutido pelo Papa Leão XIII, no Vaticano, no início deste mês, que criticou o zelo pela guerra no mundo.

O texto também lembra que Leão XIII já havia criticado políticas do governo americano, especialmente no que diz respeito à imigração.

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