- Esther Dweck será a única representante do governo brasileiro no Fórum Econômico Mundial em Davos, de 19 a 23 de janeiro, conduzindo o grupo de governo da Colaboração, formado por dez países.
- Nesta terça, ela presidirá a reunião do Global Digital Collaboration (GDC).
- Na quarta, participará de um evento sobre perspectivas de crescimento para a América Latina; as ministras Simone Tebet e Marina Silva não irão ao encontro.
- O presidente Lula não deverá ir a Davos e não participou do fórum em seu terceiro mandato, iniciado em 2023.
- Existe expectativa de participação de Donald Trump; ele pediu que temas “woke” não sejam discutidos, com foco do evento em cooperação internacional, tecnologia e empregos, além de tratar da situação de Nicolás Maduro.
Apenas Esther Dweck, ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, representará o governo brasileiro no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Lula não irá ao encontro, que ocorre de 19 a 23 de janeiro. O objetivo é manter a participação brasileira por meio de uma autoridade do Executivo.
Dweck comandará o grupo de governo da Colaboração, formado por dez países, na ocasião. Na terça-feira (19), ela presidirá a reunião do Global Digital Collaboration (GDC). Na quarta-feira (21), participa de um evento sobre perspectivas de crescimento para a América Latina.
Participação e agenda no fórum
Além da designação de Dweck, as ministras Simone Tebet (Planejamento e Orçamento) e Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima) chegaram a ter participação prevista, mas não irão ao evento. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não tem agenda prevista para Davos.
Entre as expectativas está a presença do presidente dos EUA, Donald Trump, que, segundo relatos, trabalha para manter o foco do fórum em cooperação internacional com ênfase em tecnologia e empregos. Trump também sinalizou que temas considerados “woke” não devem integrar as discussões.
Outro tema que poderá ganhar destaque é a possível atuação sobre a situação da Venezuela, com leituras sobre a captura do ditador Nicolás Maduro. A comunidade internacional tem opiniões divergentes sobre a intervenção e as suas consequências para a democracia regional.
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