- Nova Zelândia e Kiribati assinaram um acordo de parceria, sinalizando aquecimento das relações entre os dois países.
- O governo da Nova Zelândia havia anunciado, no início de 2025, uma revisão de seu programa de ajuda a Kiribati, após o cancelamento de reunião entre autoridades.
- Kiribati tem intensificado laços com a China, inclusive recebendo presença de polícia chinesa no território.
- A declaração conjunta destaca quatro áreas prioritárias: entendimento e coordenação estratégica em políticas externas, saúde, prosperidade e paz e segurança.
- Compromissos incluem prevenção de doenças não transmissíveis, saúde materno-infantil, ampliar o programa de trabalhadores sazonais na Nova Zelândia e elevar o financiamento para segurança hídrica.
New Zealand e Kiribati anunciam acordo de parceria, sinalizando aquecimento das relações após tensões no ano passado. O governo da Nova Zelândia informou, em janeiro de 2025, que revisaria o programa de ajuda ao desenvolvimento com Kiribati, após o cancelamento de uma reunião entre autoridades de ambos os países.
Nesta segunda-feira, 19 de janeiro, em Wellington, foi assinado um acordo de parceria entre os dois países. O ato ocorreu durante visita do ministro das Relações Exteriores da Nova Zelândia a Kiribati, pela primeira vez desde 2019, e visa consolidar a cooperação em áreas estratégicas.
A declaração conjunta aponta quatro áreas prioritárias: coordenação em políticas externas, saúde, prosperidade e paz e segurança. Também contempla ações para prevenção de doenças não transmissíveis e melhoria da saúde materna e infantil.
Além disso, o acordo prevê apoio para ampliar a participação de cidadãos kiribatianos no programa de mão de obra sazonal na Nova Zelândia e aumentar o financiamento para a segurança hídrica no arquipélago.
O contexto regional envolve Kiribati, na região Pacífico, com uma extensa zona econômica exclusiva e relações crescentes com a China nos últimos anos, incluindo acordos de cooperação em segurança pública. Os anúncios buscam manter o equilíbrio de influência e promover estabilidade regional.
Fonte: Reuters.
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