- A primeira-ministra Sanae Takaichi anunciou a dissolução da Câmara Baixa para antecipar eleições em oito de fevereiro.
- O objetivo é ampliar o número de cadeiras do Partido Liberal Democrata, que governa em coalizão de maioria estreita.
- O PLD enfrenta desgaste por escândalos de financiamento de campanha e pela inflação, que está em torno de três por cento.
- Takaichi assumiu o governo em outubro, após liderar o PLD e substituir o antecessor, que perdeu a maioria na Câmara e no Senado.
- A popularidade do governo é estimada entre sessenta e setenta por cento, segundo pesquisas.
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, anunciou nesta segunda-feira que dissolverá a Câmara Baixa e antecipará as eleições para 8 de fevereiro. A medida visa fortalecer seu mandato e viabilizar seus planos de gastos públicos.
Takaichi lidera o Partido Liberal Democrata (PLD) e busca ampliar o número de cadeiras no parlamento. O PLD governa em coalizão com maioria estreita, mantendo-se no poder há décadas.
Apesar da queda de popularidade recente, associada a escândalos de financiamento de campanha e à inflação de cerca de 3%, a chefe do governo consta com índices de aprovação entre 60% e 70%, conforme pesquisas.
Contexto político
A líder conservadora tornou-se primeira mulher a chefiar o país em outubro, após vencer a direção do PLD. A dissolução ocorre em meio a pressões por reformas e por novas estratégias de gastos públicos.
O governo de Takaichi tem enfrentado atraso em medidas para conter a inflação, além de críticas a falhas de gestão de políticas econômicas. O movimento para eleições antecipadas aponta para consolidar apoio político.
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