- O presidente norte‑americano Donald Trump disse que os Estados Unidos vão conversar sobre a aquisição da Groenlândia durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, e afirmou que a Dinamarca não consegue proteger o território.
- Davos começou com quase três mil líderes, em meio a tensões trazidas pelo foco na Groenlândia e a possibilidade de retaliações da União Europeia.
- Os Estados Unidos enviaram a maior delegação já à Davos, incluindo o secretário do Tesouro Scott Bessent, que pediu prudência diante de possíveis retaliações europeias.
- A programação inclui falas de Ursula von der Leyen, Emmanuel Macron, He Lifeng e Mark Carney, além de participação da premiê Rachel Reeves em um painel.
- Além das palestras, ocorrem encontros de negócios no centro de Davos; Trump deve discursar na quarta-feira.
A reunião anual do World Economic Forum em Davos, Suíça, começou sob a expectativa de discutir o impacto de tensões globais, incluindo a disputa sobre Groenlândia. O tema central é um apelo ao diálogo em meio a pressões sobre a ordem multilateral. A edição de Davos reúne quase 3 mil líderes públicos e empresariais.
Entre os participantes confirmados estão Ursula von der Leyen, Emmanuel Macron, He Lifeng e Mark Carney. O Reino Unido envia a secretária do Tesouro, Rachel Reeves, além de debates com figuras de alto escalão sobre economia, tecnologia e governança global. A presença de autoridades de diferentes blocos destaca a natureza multilateral do evento.
Trump afirmou, em outros contextos, que discutiria a Groenlândia durante Davos, alimentando o tema de tensões entre Estados Unidos e parceiros europeus. A delegação norte-americana é a maior já enviada ao fórum, com foco em temas macroeconômicos, comerciais e de segurança.
Agenda e destaques das sessões
O programa prevê conversa com Satya Nadella, da Microsoft, às 9h30, seguida de discurso de Von der Leyen às 10h50. A agenda também inclui intervenção de He Lifeng às 11h20 e discurso de Macron às 14h. O encontro reserva ainda debates com Scott Bessent, do Tesouro, e com o Sheikh Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, do Qatar, além de uma mesa sobre prosperidade conectada, com Reeves.
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