- Os Estados Unidos planejam reduzir o número de militares estacionados em centros de comando da OTAN, eliminando aproximadamente duzentas vagas em entidades que supervisionam operações militares e de inteligência.
- Entre os órgãos atingidos estão o NATO Intelligence Fusion Centre, com base no Reino Unido, o Allied Special Operations Forces Command, em Bruxelas, e o STRIKFORNATO, em Portugal.
- A medida envolve cerca de quatrocentos militares dos EUA nas entidades que serão afetadas, representando uma redução de aproximadamente metade do total.
- A decisão, comunicada a algumas capitais europeias, reflete a intenção da administração de deslocar mais recursos para a região do Hemisfério Ocidental; não ficou claro o motivo exato das cortes.
- A OTAN afirmou que mudanças nesse tipo são comuns e que a presença dos EUA na Europa continua robusta, enquanto o governo americano não comentou oficialmente.
Na sexta-feira, 20 de janeiro, o governo dos EUA informou planos de reduzir o número de militares e funcionários em centros de comando da OTAN. A medida é vista como uma reorientação de recursos para a América do Norte e o Hemisfério Ocidental.
A redução envolve aproximadamente 200 posições em entidades da OTAN que supervisionam operações militares e de inteligência, segundo fontes que pediram anonimato. Entre os alvos estão o NATO Intelligence Fusion Centre, em Reino Unido, e o Allied Special Operations Forces Command, em Bruxelas, além da STRIKFORNATO, sediada em Portugal.
Ações fazem parte de um movimento mais amplo, ainda não detalhado, relacionado ao redesenho de prioridades estratégicas. As fontes destacam que as mudanças não implicam uma saída abrupta da Europa, mas sinalizam ajuste de pessoal em órgãos de comando da aliança.
Reação e contexto
Um funcionário da OTAN afirmou que mudanças nesse nível são comuns e que a presença dos EUA na Europa continua robusta. A aliança ressaltou a importância de manter a dissuasão e a defesa conjuntas frente a desafios atuais.
O porta-voz da Casa Branca e o Pentágono não comentaram o assunto. A notícia é acompanhada de perto pela imprensa europeia, dada a sensibilidade de reajustes em posições-chave da OTAN. A redução não envolve recuo amplo do efetivo americano no continente.
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