- O presidente bielorrusso Alexander Lukashenko assinou o acordo para integrar o Board of Peace, criado pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
- A assinatura foi publicada por um canal presidencial no Telegram, com Lukashenko dizendo que espera contribuir para a paz na Ucrânia.
- O movimento ocorre após anos de isolamento internacional e de sanções dos EUA flexibilizadas em troca da libertação de prisioneiros políticos.
- O Board de Paz é visto como etapa de normalização das relações e prevê que membros contribuam com 1 bilhão de dólares para manter a adesão por mais de três anos.
- Nesta semana, o presidente russo Vladimir Putin foi convidado a participar, e a Armênia também anunciou adesão ao grupo.
Lukashenko assinou, na terça-feira, um acordo para integrar o Board of Peace criado por Donald Trump, como parte de um avanço na relação entre Belarus e os Estados Unidos.
O anúncio foi divulgado por um canal presidencial no Telegram, que publicou um vídeo do momento da assinatura e citou o presidente belarusso dizendo que pretende contribuir para a paz na Ucrânia.
Lukashenko está no poder desde 1994 e ficou isolado pela comunidade internacional por questões de direitos humanos e apoio a Vladimir Putin no conflito na Ucrânia. A iniciativa ocorre após a flexibilização de sanções americanas em troca de libertação de presos políticos.
A administração Trump lançou, no ano passado, um eixo de normalização com Belarus e negocia novos passos para ampliar contatos e, possivelmente, liberação adicional de prisioneiros, mantendo o tom de cooperação com o regime belarusso.
A proposta de criação do Board foi anunciada por Trump no ano passado, com uma visão ampla para atuar na redução de conflitos globais. Um rascunho de estatuto já circula entre governos, segundo documentos vistos pela Reuters.
Na segunda-feira, Trump afirmou ter convidado o presidente russo, Vladimir Putin, para integrar o Board. Na terça, a Armênia informou que também aderiria ao espaço, ampliando o alcance da iniciativa.
Palco de acolhimento da notícia, a agência registrou que o Board visa mobilizar contribuições de membros para sustentar ações de mediação ao redor do mundo, com foco em conflitos persistentes e negociações diplomáticas.
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