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Polícia prende 37 suspeitos de militância ultradireita

Polícia portuguesa prende 37 suspeitos ligados a milícia ultradireita, com provas de ideologia nazista e armas localizadas; grupo “1143” ligado a crimes de ódio

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  • A polícia de Portugal prendeu 37 pessoas suspeitas de pertencer a um grupo ultradireita com ligações a grupos internacionais, em operação que reuniu cerca de 300 agentes.
  • Os detidos teriam promovido ideologia nazista, associada à cultura nacional-socialista e à extrema direita violenta, atuando com motivos racistas e xenófobos para intimidar minorias étnicas.
  • Foram localizadas armas de diversos tipos e material de propaganda neonazista durante as buscas.
  • O grupo é conhecido como “1143”, nomeado a partir do ano em que Portugal tornou-se reino; o líder, Mario Machado, cumpre pena por discriminação racial, discurso de ódio e violência relacionada.
  • Em junho, a polícia já havia prendido suspeitos de neo-nazismo que buscavam formar uma milícia armada ilegal, com apreensão de armas e explosivos; o ambiente político nacional acompanha o crescimento de movimentos de ultradireita, com o Chega ganhando espaço.

A polícia de Portugal prendeu 37 pessoas na terça-feira, suspeitas de integrar um grupo ultradireita ligado a crimes de ódio e com vínculos com grupos internacionais. a operação envolveu cerca de 300 agentes.

Segundo a Polícia Judiciária, os detidos promoviam ideologia nazista associada à cultura nacional-socialista, atuando com motivação racista e xenófoba para intimidar e perseguir minorias étnicas, especialmente imigrantes.

Durante as buscas, foram apreendidos diversos tipos de armas e material de propaganda neonazista, indicativo do alcance do grupo.

O grupo foi identificado como 1143, em referência ao ano em que Portugal tornou-se reino. O líder, Mario Machado, cumpre pena por discriminação racial, discurso de ódio e violência relacionada.

Em junho, a polícia já havia detido suspeitos de neo-nazismo que buscavam formar uma milícia armada ilegal, com apreensão de armas de fogo e explosivos.

Grupos de direitos humanos têm alertado para o aumento da fala de ódio e ataques contra imigrantes, em um cenário em que o partido Chega ganhou relevância na política. O líder Andre Ventura avançou para o segundo turno da eleição presidencial.

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