- Trump está a caminho de Davos após um problema elétrico considerado pequeno na Air Force One; um novo avião começou a rolar no tarmac às 00h02, segundo a Casa Branca.
- A previsão é de que o presidente chegue até três horas atrasado, devido ao incidente, e o discurso especial em Davos segue programado para 14h30 no horário local.
- O secretário do Tesouro, Scott Bessent, faz briefing em Davos defendendo o reequilíbrio do comércio internacional e dizendo que o déficit comercial caiu para o menor nível desde 2009 em outubro.
- Bessent afirmou que a Groenlândia precisa “fazer parte dos Estados Unidos”, em tom de defesa de maior participação norte-americana no território.
- O secretário também mencionou a relação com aliados europeus e citou a controvérsia sobre Diego Garcia, acusando o Reino Unido de ter “desapoiado” a base, enquanto critica percepções de investidores europeus.
O presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, segue para Davos após um problema elétrico menor em Air Force One, que motivou a troca de aeronave. Segundo a imprensa, uma nova aeronave começou a rolar no tapete às 0h02, no levantamento do pool da Casa Branca, sinalizando retorno aos compromissos no fórum.
Trump enfrentaria um atraso de algumas horas na programação original, com a estimativa de chegar ao menos três horas depois do previsto. A agenda de Davos mantinha sua fala especial prevista para o meio da tarde no horário local, mesmo após a substituição da aeronave.
Contexto logístico e agenda
Na praça de Davos, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, abriu uma coletiva com foco na readequação do comércio internacional, defendendo que o déficit norte-americano vinha diminuindo de forma expressiva conforme dados de outubro. A fala enfatizou a ideia de crescimento como motor para reduzir endividamento global.
Bessent também mencionou que os EUA buscam que aliados entendam a importância de uma presença norte-americana fortalecida, sugerindo que a Greenland possa ganhar relevância estratégica para Washington. O encontro ocorreu em um espaço próximo ao centro do WEF, com a participação de imprensa local.
Posições e desdobramentos
O secretário abordou ainda relações com a Europa, minimizando preocupações sobre impactos em investimentos europeus no mercado de Treasuries. Em tom crítico, o assessor citou episódios de negociações internacionais anteriores e manteve o foco na segurança econômica global.
Entre as perguntas, houve referência a questões regionais, como o papel de bases militares e alianças, com Trump previsto para apresentar argumentos para Davos. Bessent repetiu a expressão promovida pela equipe de governo sobre estimular o crescimento econômico como saída para o endividamento.
Entre na conversa da comunidade