- O Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que o planejamento para a nova embaixada britânica está em total conformidade com práticas diplomáticas internacionais e leis pertinentes.
- A China diz ter tratado do tema dentro do marco legal vigente e sem violar normas internacionais.
- O governo do Reino Unido aprovou, na terça-feira, a construção da maior embaixada chinesa na Europa, em Londres.
- A medida busca melhorar as relações entre Londres e Pequim, embora haja alertas de espionagem feitos por políticos britânicos e norte-americanos.
- O porta-voz Guo Jiakun afirmou que fornecer apoio e a construção de instalações diplomáticas é obrigação internacional do país anfitrião.
China afirmou que planejar a construção de sua nova embaixada em Londres está em conformidade com práticas diplomáticas internacionais, leis e regulamentos relevantes. A justificativa foi apresentada pela porta-voz do Ministério das Relações Exteriores em coletiva de imprensa na quarta-feira.
Segundo a versão chinesa, o atendimento aos requisitos legais e às normas diplomáticas foi mantido durante todo o processo de planejamento. Tal afirmação ocorre após a aprovação do governo britânico para que a China edifique a maior embaixada do país na Europa, em Londres.
Autoridades britânicas aprovaram o projeto na terça-feira, com o objetivo de melhorar as relações com Pequim, mesmo diante de alertas de políticos dos dois países sobre possíveis usos da instalação para espionagem. A gestão das instalações diplomáticas é atribuída ao país anfitrião.
Guo Jiakun, porta-voz, ressaltou que fornecer apoio e construção de imóveis diplomáticos constitui obrigação internacional do país anfitrião. Não houve detalhamento adicional sobre etapas futuras ou cronogramas de obras. A declaração foi feita durante a sessão regular de perguntas dos jornalistas.
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