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Governista da Costa Rica deve vencer eleições de fevereiro, aponta pesquisa

Pesquisa da Universidade da Costa Rica aponta candidata do partido governista com 40% das intenções de voto, abrindo possibilidade de maioria no Legislativo para o ciclo 2026–2030

Costa Rica presidential candidate Laura Fernandez of the Sovereign People Party (PPSO) takes part in a debate organized by the Supreme Electoral Tribunal ahead of the February 1 general election, in San Jose, Costa Rica, January 11, 2026. REUTERS/Mayela Lopez
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  • Laura Fernández, candidata do partido governista, tem 40% das intenções de voto e pode vencer no primeiro turno em 1º de fevereiro, segundo pesquisa da Universidade de Costa Rica.
  • A sondagem, realizada entre 12 e 16 de janeiro, aponta margem de erro de três pontos percentuais.
  • O presidente Rodrigo Chaves mantém aprovação de 58%, apesar de não poder concorrer à reeleição.
  • Os opositores estão com desempenho fraco, com o candidato Álvaro Ramos em 8% de apoio, o que complica o PLN.
  • Mais de 3,7 milhões de Costa-riquenhos estão aptos a votar, com analistas indicando que o governismo pode ampliar sua bancada no Legislativo para 2026–2030.

Costa Rica se aproxima de definir a presidência em 1º de fevereiro, com a candidata do partido no poder na dianteira em levantamento da Universidade de Costa Rica, em torno de 40% das intenções de voto, suficiente para evitar o segundo turno. A pesquisa aponta chance de maioria parlamentar para 2026-2030.

A ex-ministra Laura Fernández, de 39 anos, mostra fidelidade ao atual presidente Rodrigo Chaves e promete continuidade de políticas, além de indicar possível nome para um cargo sênior no governo. Chaves aparece com 58% de aprovação, ainda que tenha sido proibido por lei de se candidatar à reeleição.

O levantamento foi realizado entre 12 e 16 de janeiro, com margem de erro de três pontos percentuais. Frente ampla de oposição permanece com baixa recuperação de votos, com o favorito Álvaro Ramos marcando 8%.

Panorama eleitoral

A Frente de Oposição não decola, e o PLN registra desempenho fraco, o que alimenta dúvidas sobre a capacidade de reerguer a centro-esquerda. Analistas ressaltam o impacto da atuação do governo sobre o clima eleitoral e a percepção de agenda de reformas.

Chaves enfrenta dezenas de denúncias no Tribunal Electora, sob alegação de interferência irregular na campanha. O mandatário tem reforçado pedidos de apoio aos seus planos de ampliar a maioria legislativa para avançar reformas constitucionais.

Desempenho e controvérsias

Fernández afirma seguir a linha de Chaves e reforçar medidas de combate à criminalidade, tema dominante no país devido a casos de violência envolvendo traficantes. A aposta é manter a agenda de segurança, associada a políticas de longo prazo.

O movimento no poder destaca indicadores econômicos positivos e as relações com El Salvador, sob Nayib Bukele, e com a administração de Donald Trump, considerados pilares de cooperação anticorracional e de segurança. Mais de 3,7 milhões de costa-riquenhos podem votar no pleito de 12 horas.

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