- Militares dos EUA apreenderam o petroleiro Sagitta no Caribe, na terça-feira (20).
- Foi a sétima apreensão desse tipo desde o início da campanha de um mês do presidente Donald Trump.
- O Comando Sul das Forças Armadas dos EUA disse que a apreensão ocorreu “sem incidentes”.
- Os EUA buscam controlar os fluxos de petróleo da Venezuela e impedir que navios sancionados circulem na região.
- O objetivo de Washington é manter recursos petrolíferos venezuelanos sob controle enquanto planeja reconstruir a indústria do país, em um plano de US$ 100 bilhões.
Militares dos EUA apreenderam na terça-feira (20) mais um petroleiro ligado à Venezuela, no mar do Caribe. A ação é a sétima desde o início da campanha de um mês, liderada pela administração de Donald Trump, para controlar fluxos de petróleo venezuelano.
O Comando Sul das Forças Armadas dos EUA informou que o navio Sagitta foi apreendido sem incidentes, durante operações na região. A nota oficial reiterou a intenção de impedir o abastecimento de embarcações sancionadas no Caribe.
Contexto da operação envolve potências que mantêm restrições sobre a Venezuela e o uso de navios vinculados a sanções, além de uma estratégia de monitoramento de recursos petrolíferos do país. A pasta de defesa não detalhou dados operacionais adicionais.
Contexto e desdobramentos
Entre os interceptados anteriormente, estavam navios com reservas sancionadas pelo governo dos EUA ou parte de uma “frota sombra” que disfarça origens para transportar petróleo de produtores sob sanção, como Irã, Rússia ou a própria Venezuela. O objetivo declarado é assegurar que apenas petróleo autorizado circule na região.
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