- O Papa Leão está entre líderes mundiais convidados a ingressar no “Board of Peace” de Donald Trump, conforme o cardeal Pietro Parolin.
- Leão, o primeiro papa dos EUA e crítico de algumas políticas de Trump, avalia o convite.
- Parolin disse que o Papa recebeu o convite e que levará tempo para decidir a resposta.
- O conselho foi criado para buscar fim ao conflito em Gaza, mas Trump indicou que terá alcance mais amplo para conflitos globais.
- Países como Israel e Egito já aceitaram; outros demonstram cautela, com diplomatas dizendo que a iniciativa pode prejudicar o trabalho das Nações Unidas.
Pope Leo está entre líderes mundiais convidados a participar do Board of Peace, disse o Cardeal Pietro Parolin, o principal diplomata do Vaticano. O pontífice, conhecido por críticas a algumas políticas de Trump, avalia o convite.
Parolin afirmou que o Papa recebeu a proposta e está considerando a resposta. O processo pode exigir tempo para avaliação antes de um posicionamento definitivo.
O Board of Peace foi criado com o objetivo inicial de encerrar o conflito em Gaza, mas Trump diz que a missão deve ser bem mais ampla, buscando resolver disputas globais. Israel e Egito já aceitaram o convite; outros países adotam cautela, temerosos de impacto nas ações da ONU.
Contexto diplomático
O Vaticano não confirmou imediatamente comentários de Parolin. O Papa, que chegou ao posto em maio do ano passado, atua com estilo diplomático firme, especialmente em questões humanitárias na região.
O que se sabe sobre o Board
O Vaticano mantém uma diplomacia ativa e é observador permanente na ONU, participando de debates internacionais. A composição do Board e as consequências políticas de uma adesão plena pelo Papa ainda não estão definidas.
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