- O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o investimento da Dinamarca em títulos do Tesouro americano, assim como a Dinamarca, é irrelevante.
- A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, reiterou que o futuro da Groenlândia é decisão dos groenlandeses e pediu que a Europa tenha mais instrumentos de poder.
- Von der Leyen afirmou que vivemos em um mundo definido pelo poder bruto e que a Europa precisa abandonar a cautela tradicional para se tornar mais independente economicamente.
- Ela destacou que a Groenlândia é uma região rica em recursos estratégicos e que continua sendo uma nação com soberania e direito à integridade territorial.
- O dia no Davos reúne ainda líderes europeus para discutir Ucrânia, OTAN e comércio com o foco no que Trump pode sinalizar em seu discurso.
A secretária do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o investimento dinamarquês em títulos do Tesouro americano, assim como a Dinamarca, é irrelevante. A declaração foi feita em Davos, durante perguntas sobre dinamarca e finanças internacionais. A fala ocorreu no contexto de intensas discussões sobre o novo order global.
Bessent, conhecido por tom contundente, gerou repercussão ao minimizar o peso financeiro da Dinamarca nas operações dos EUA. A declaração foi recebida com críticas e provocou análises sobre a estratégia econômica do governo americano no ambiente diplomático de Davos.
Greenland e a soberania
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, reiterou que o futuro da Groenlândia cabe aos groenlandeses decidirem. Ela destacou a necessidade de a Europa revisar estratégias para enfrentar o cenário mundial em mudança, com ênfase na autonomia econômica do bloco.
Von der Leyen ressaltou que a Groenlândia é uma região rica em recursos e importante em rotas marítimas emergentes. Ela reforçou a defesa de que a Groenlândia possui soberania e direito à integridade territorial, e que o futuro do território deve ser definido pelos groenlandeses.
Relação EUA-Europa e apoio à Ucrânia
Durante a sessão plenária em Estrasburgo, a dirigente também alertou sobre possíveis consequências de tarifas dos EUA sobre a UE relacionadas à Groenlândia, lembrando que tensões poderiam agravar relações e favorecer adversários comuns. Ela enfatizou a necessidade de manter o foco na Ucrânia e na continuidade do apoio europeu ao país.
Trump em Davos
O presidente dos EUA, Donald Trump, é aguardado para discursar no Fórum Econômico Mundial em Davos, com expectativas sobre novas propostas para a ordem global, comércio e papel dos EUA no cenário internacional. A fala ocorre após advertências de líderes europeus sobre rupturas no sistema multilateral.
Carney em Davos
Antes, o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, enviou discurso viral questionando o atual sistema de governança global liderado pelos EUA. Ele apontou uso de ferramentas econômicas como instrumentos de coerção e destacou vulnerabilidades nas cadeias de suprimentos.
Agenda na Suíça
Além de Trump, haverá participação de outros líderes, como o secretário-geral da OTAN, e o presidente finlandês, Alexander Stubb. A cobertura acompanha as mensagens sobre Ucrânia, defesa coletiva e cooperação econômica entre EUA e UE. A redação mantém você informado com as principais atualizações de Davos.
Entre na conversa da comunidade