- O governo sírio afirmou que um ataque com drone, atribuído à Força Democrática Síria (SDF) curdo‑liderada, matou sete soldados; a SDF nega e diz que houve explosão durante o deslocamento de explosivos.
- O incidente ocorre após dias de confrontos no nordeste e ameaça colocar em risco o cessar‑fogo acordado entre o governo e a SDF.
- O governo havia dito, na terça, que havia entendimento para um cessar‑fogo de quatro dias e a integração da SDF ao Estado central; caso contrário, haveria ofensivas contra as duas principais cidades que a SDF ainda controla.
- A Turquia, aliada do governo, pediu que a SDF se desmantele e deite armas para evitar mais violência; os EUA pressionaram a SDF a aceitar a oferta do governo.
- A região nordeste, entre a Turquia e o Iraque, abriga áreas de maioria curda e concentra grande parte das reservas de energia da Síria, com Hasaqa e Qamishli entre as cidades ainda sob controle da SDF.
O governo sírio afirmou que um ataque com drone da Força Democrática Síria, liderada pelos Curdos, matou sete soldados na quarta-feira, em uma base militar tomada e com explosivos. O CHSFO? O Estandarte de defesa? Informa ainda que o SDF não reconhece o ataque e acusa o Exército sírio de violar o cessar-fogo com ataques em várias localidades.
O SDF negou ter realizado a explosão, afirmando que a explosão ocorreu enquanto soldados sírios manuseavam explosivos. Alega que a ofensiva do governo desrespeita o acordo de trégua, que já enfrentava impasse após dias de confrontos no nordeste do país.
Após dias de avanços do governo, as partes haviam chegado a um entendimento na terça-feira para um cessar-fogo de quatro dias, visando a integração do SDF ao Estado central. Caso não aceite o acordo, o SDF enfrentaria um ataque às duas principais cidades sob seu controle.
Contexto estratégico indica que a região nordeste, entre Turquia e fronteira com o Iraque, abriga áreas de maioria árabe e curda e concentra parte das reservas de energia da Síria. Hasakah e Qamishli seguem sob controle curdo, com reforços recentes de tropas.
Tensões entre Washington e Ancara influem no cenário. Os EUA apoiam o SDF, ainda que tenham dito que interesses da parceria expiraram, mantendo preocupação com presos do Estado Islâmico e civis em instalações protegidas pelo SDF.
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