- O presidente Donald Trump recuou de usar força para tomar a Groenlândia e afirmou em Davos que não imporia tarifas de curto prazo.
- A ”). A: Apesar do recuo, assessores discutiram uma abordagem menos provocativa e a possibilidade de um acordo futuro sobre Groenlândia e a região Ártica.
- O objetivo de taxas começou com o secretário de Comércio, Howard Lutnick, provocando uma agenda de tarifas que entraria em vigor em fevereiro; os assessores trabalhavam para definir o plano.
- Groenlândia e a Dinamarca rejeitaram as tentativas de aquisição, destacando que o futuro da ilha é decisão de seu povo; aliados europeus pressionaram contra a manobra.
- Havia divisão entre os assessores: alguns defendiam posição de meio-termo, enquanto outros mantinham a opção de força em aberto; Trump vinha pressionando o tema, inclusive em Davos.
Trump recuou de ameaças de força para adquirir Groenlândia, encerrando semanas de caos político. A numeração de opções mudou quando assessores da Casa Branca pressionaram para reduzir o tom agressivo e evitar abalos aos aliados.
Entre os envolvidos, acima de tudo o presidente Donald Trump e membros da equipe de segurança nacional. Dois funcionários da White House, que falaram sob condição de anonimato, destacaram divergências sobre a viabilidade de tomar a ilha por meio militar.
O episódio ocorreu durante a participação de Trump no Fórum Econômico Mundial de Davos, em Davos, Suíça, em 21 de janeiro de 2026. O recuo ocorreu após semanas de recusa inicial e após o presidente sinalizar que estava aberto a discutir um acordo.
Segundo as fontes, a administração criou um arcabouço para negociações com Greenland e, paralelamente, avaliava um caminho de curto prazo com custos baixos. O objetivo era proteger interesses dos EUA sem enfrentar reações diplomáticas severas.
Antes, Trump chamou atenção ao dizer que manteria tarifas contra aliados europeus caso não houvesse acordo para Groenlândia. A ideia partiu de membros do governo, como o secretário de Comércio, Howard Lutnick, segundo as fontes.
leaders europeus contestaram firme a ideia de venda, destacando que o futuro da Groenlândia pertence ao seu povo. Em paralelo, Dinamarca, que administra o território, manteve posição de resistência à aquisição pelos EUA.
Autoridades explicaram que, mesmo com o recuo, a administração não descartou opções futuras caso as negociações avancem. A Casa Branca afirmou que a prioridade é alcançar metas de segurança e interesses estratégicos com impacto mínimo.
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