- Donald Trump lançou o “board of peace” durante a reunião anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, apresentando um logo dourado similar ao emblema da Organização das Nações Unidas.
- A proposta foi inicialmente endossada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, com a ideia de buscar um cessar-fogo em Gaza, mas o grupo passou a ser apresentado como um organismo global para resolver conflitos.
- Vários países europeus disseram que não vão participar, temendo que a iniciativa possa marginalizar ou substituir a ONU.
- O board exige que os países paguem 1 bilhão de dólares para se tornar membro permanente; Trump afirmou que o grupo “trabalhará com” a ONU.
- O logo do board mostra a América do Norte e parte da América do Sul em dourado, diferente do mapa global presente no emblema da ONU.
O logo do recém-lançado “board of peace” de Donald Trump chamou atenção durante a reunião anual do Fórum Econômico Mundial em Davos. A peça contém um emblema dourado que remete ao da Organização das Nações Unidas, mas com traços de estilo Trump.
A iniciativa foi apresentada nesta semana em Davos. Em novembro, o Conselho de Segurança da ONU já havia endossado o projeto, com a promessa de facilitar um cessar-fogo em Gaza. Desde então, Trump posicionou o board como um órgão global para resolver conflitos.
Diversos países europeus disseram que não participarão do board, expressando receios de que a estrutura possa substituir ou contornar a ONU. Autoridades questionam a natureza do projeto e seu efeito sobre a ordem internacional vigente.
Trump sugeriu, em Davos, que o board funcionará com a ONU para combater conflitos globais. Ele indicou que, uma vez formado, o grupo poderia agir de maneira autônoma, em cooperação com a ONU, ao contrário do que foi originalmente proposto.
O logotipo dourado gerou comparações visuais com o emblema da ONU, que exibe um globo cercado por ramos de oliveira. Já a versão de Trump centra-se na América do Norte e em partes da América do Sul, com tonalidade mais vibrante.
A discussão também envolve custos para adesão. Segundo relatos, países teriam de contribuir com US$ 1 bilhão para tornar-se membro permanente. A definição de funcionamento e legitimidade do board permanece em debate entre observadores internacionais.
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