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Relação transatlântica não se resume a ferir, diz ministro alemão das Finanças

Klingbeil afirma que relação transatlântica não é para prejudicar; Europa busca cooperação em vez de escalada diante de tarifas e da disputa com a Groenlândia

German Finance Minister and co-leader of the Social Democratic Party Lars Klingbeil attends a press conference at the Chancellery, in Berlin, Germany December 11, 2025. REUTERS/Annegret Hilse/File Photo
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  • O ministro das Finanças alemão, Lars Klingbeil, afirmou em Davos que a relação transatlântica não deve visar prejudicar os dois lados.
  • Ele reagiu a pedidos de retaliação financeira após um fundo de pensão dinamarquês ter vendido títulos do Tesouro dos EUA.
  • Klingbeil disse que isso não representa rompimento com os americanos nem dissolução da relação, e que a Europa tem opções sem escalada.
  • Sobre a disputa em Groenlândia, ele disse que é positivo o diálogo, mas alertou para não tirar conclusões antes de acordos formais em detalhes.
  • O ministro ressaltou que ameaças militares e qualquer tentativa de tornar Groenlândia parte dos Estados Unidos são inaceitáveis para a Europa, mantendo abertura para discutir segurança dentro da OTAN.

German Finance Minister Lars Klingbeil afirmou em Davos que a relação transatlântica não deve visar prejudicar o outro lado, diante de tensões entre EUA e Europa.

Ele refutou pedidos de retaliação econômica após notícias de que um fundo de pensão dinamarquês vendeu títulos do Tesouro dos EUA, dizendo que a estratégia europeia não busca romper a parceria com Washington.

Klingbeil ressaltou que a Europa tem opções, mas o objetivo não é escalonar a crise. Em Davos, ele destacou que muitos países buscam maior cooperação com Alemanha e a UE.

Cenário internacional e alianças

O ministro disse que o mundo vive ebulição e alianças históricas estão sendo testadas, sem indicar mudanças abruptas na postura europeia. A prioridade é manter a estabilidade econômica e de segurança.

Sobre o debate envolvendo Groenlândia, Klingbeil defendeu diálogo, desde que não haja conclusões precipitadas. Ele sinalizou abertura para tratar interesses de segurança dentro da OTAN.

Ele reiterou que ameaças militares e a ideia de incorporar Groenlândia aos EUA são inaceitáveis para a Europa, mantendo a disposição para discutir questões legítimas de segurança.

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