- O primeiro-ministro britânico Keir Starmer disse a Mette Frederiksen que a decisão de Donald Trump de não impor tarifas a países europeus que se opuseram aos planos sobre a Groenlândia foi um passo pragmático e sensato.
- Trump recuou na quarta-feira das ameaças de tarifas e sugeriu que pode haver um acordo para encerrar o conflito sobre o território dinamarquês.
- Starmer afirmou que o recuo das tarifas reflete pragmatismo, senso comum e fidelidade a valores e princípios.
- Frederiksen disse que o Reino Unido é aliado antigo e importante da Dinamarca e agradeceu o apoio.
- Ela comentou o estilo britânico de trabalhar: “um chá, fatos na mesa e achar um caminho adiante”, reforçando a ideia de seguir em frente com a ajuda de amigos.
O primeiro-ministro britânico Keir Starmer informou à primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, que a decisão de Donald Trump de não manter tarifas sobre países europeus que resistiram a seus planos para Greenland foi um passo pragmático e de senso comum. A conversa ocorreu em Londres, com o tema Greenland na agenda.
Trump havia ameaçado aplicar tarifas como meio de pressão para tomar o território dinamarquês, mas recuou na quarta-feira e descartou o uso da força, sugerindo que um acordo poderia encerrar a disputa. A mudança foi descrita como um movimento para reduzir a escalada da tensão.
Starmer acrescentou que a retirada da ameaça tarifária demonstra pragmatismo e o alinhamento com valores e princípios básicos. Frederiksen, por sua vez, ressaltou a importância da relação entre Dinamarca e o Reino Unido como parceiros próximos e agradeceu o apoio recebido.
Frederiksen destacou, de modo indireto, a abordagem britânica prática para lidar com desafios internacionais, mencionando a necessidade de analisar os fatos antes de avançar e buscar caminhos comuns. O encontro ocorreu no Chequers, residência oficial do premiê britânico, reforçando a cooperação entre os dois governos.
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