- O subsecretário de defesa dos EUA, Elbridge Colby, vai visitar a Coreia do Sul de domingo a terça-feira e, depois, seguir para o Japão, segundo a Yonhap.
- Em Seul, as discussões devem abordar o aumento do gasto de defesa sul-coreano e a modernização da aliança militar, conforme fonte não identificada citada pela Yonhap.
- O Ministério da Defesa da Coreia do Sul não confirmou a informação e orientou que perguntas sejam encaminhadas ao lado americano.
- Colby é o principal responsável pela formulação da política de defesa dos Estados Unidos e pela implementação da estratégia de defesa do país.
- O tema envolve cobrança de custos de defesa pelos aliados e o realinhamento da presença militar dos EUA; a Coreia do Sul abriga cerca de 28.500 tropas americanas e elevou o orçamento de defesa em 7,5% neste ano, além de planejar submarinos nucleares com apoio de Donald Trump.
Elbridge Colby, o subsecretário de Defesa dos EUA para política, iniciará uma viagem à Coreia do Sul neste domingo e ficará até terça-feira, antes de seguir para o Japão, informou a Yonhap nesta sexta-feira.
Os contatos com autoridades sul-coreanas devem abordar o aumento proposto nos gastos com defesa e a modernização da aliança entre os dois países, segundo a agência, citando fonte não identificada.
O Ministério da Defesa da Coreia do Sul não confirmou a reportagem, indicando que as perguntas deveriam ser direcionadas ao lado americano. Colby é o principal formulador de defesa e política externa do Pentágono.
Os EUA e a Coreia do Sul discutem a busca de Washington por que aliados contribuam mais para custos de defesa, além de reposicionamento de tropas para missões globais. Hoje, a Coreia do Sul abriga cerca de 28.500 militares dos EUA em defesa conjunta contra a ameaça da Coreia do Norte, e o país elevou o orçamento de defesa em 7,5% neste ano.
A Coreia do Sul também está avaliando a construção de submarinos movidos a energia nuclear, um tema apoiado pelo então presidente Donald Trump. A viagem acontece em meio a esse conjunto de debates sobre capacidades, custos e alianças regionais. Fonte: Yonhap News Agency.
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