- Flávio Bolsonaro e a esposa Fernanda foram batizados de forma simbólica no Rio Jordão, em Israel, durante a viagem do casal ao país.
- O senador disse que a cerimônia representou uma renovação da aliança com Deus, não um novo batismo formal, e que a água estava fria por motivos espirituais.
- Segundo ele, o casal já havia sido batizado antes, mas optou por esse gesto simbólico devido ao significado do local para a tradição bíblica.
- Nos dias anteriores, Flávio participou de culto na Lagoinha Orlando, onde se reconciliou com Deus, acompanhado da esposa e do deputado Gustavo Gayer.
- A agenda na viagem inclui a Conferência Anual de Combate ao Antissemitismo, em Jerusalém, nos dias 26 e 27 de janeiro.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, foi batizado no Rio Jordão, em Israel, ao lado da esposa Fernanda Bolsonaro, durante viagem ao país. O ato ocorreu em tom simbólico, sem caracterizar um novo batismo formal.
O senador divulgou o momento na noite de 22 de janeiro, explicando que a cerimônia teve natureza simbólica. Eles já haviam sido batizados anteriormente, mas optaram por renovar a aliança com Deus no local bíblico.
Segundo Flávio, a decisão levou em conta o significado espiritual do Rio Jordão e a experiência vivida durante a visita a Israel, mesmo com a água em temperatura baixa. O gesto visou reforçar a fé pessoal.
Durante a viagem, o casal esteve acompanhado pelo deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), que também recebeu oração na ocasião. A presença no Jordão foi anunciada após um período de atividades religiosas.
Antes do batismo, Flávio participou de um culto na Lagoinha Orlando, atendendo a um apelo do pastor André Valadão e declarando reconciliação com a fé. Acompanhavam-no a esposa e Gayer.
A viagem ao Oriente Médio inclui compromissos institucionais, como a Conferência Anual de Combate ao Antissemitismo, programada para 26 e 27 de janeiro, em Jerusalém. O evento reunirá autoridades, acadêmicos e representantes da sociedade civil.
Entre os objetivos oficiais, o encontro busca analisar o aumento de atos antissemitas e discutir estratégias de enfrentamento. A participação no evento está prevista dentro da agenda do senador no exterior.
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