- Edgar Leblanc Fils, membro do conselho presidencial transitório, afirmou que a medida de afastar o primeiro-ministro Alix Didier Fils-Aime foi aprovada pela maioria e seguirá os trâmites legais.
- O calendário para a remoção não foi definido.
- Leslie Voltaire, também do conselho, disse que haverá uma pausa para que grupos políticos encontrem solução aceitável além do fim do mandato no dia sete de fevereiro.
- Os Estados Unidos haviam feito advertências contra a remoção nas últimas horas do mandato.
- As informações foram apuradas por repórteres da Thomson Reuters.
O quê aconteceu: dois dos principais líderes do Haiti sinalizaram que vão avançar com o plano para remover o primeiro-ministro Alix Didier Fils-Aime, mesmo com o prazo de 7 de fevereiro se aproximando. A dupla atuou em meio a pressões dos Estados Unidos nas últimas semanas de mandato.
Quem está envolvido: Edgar Leblanc Fils, membro do conselho presidencial de transição, afirmou que a medida foi aprovada pela maioria do órgão executivo e seguirá os trâmites legais. Ao lado dele, Leslie Voltaire confirmou a intenção de buscar uma solução com grupos políticos.
Quando e onde: as declarações foram feitas nesta sexta-feira, em Port-au-Prince, capital do Haiti. O governo enfrenta a proximidade do fim do mandato, marcado para 7 de fevereiro, quando os EUA reiteraram que o governante deve deixar o cargo.
Por quê: a oposição busca consolidar mudanças políticas antes do encerramento do mandato, com críticas às ações do governo. O governo haitiano alega que a medida segue procedimentos legais, sem esclarecer o cronograma exato.
Detalhes sobre o prazo e o contexto
Mais cedo, autoridades dos EUA instruíram que o PM não permaneça no cargo após o término oficial do mandato, ressaltando a necessidade de transição. O país vê a situação como crucial para a estabilidade política na região.
Perspectivas e próximas etapas
A imprensa local ainda aguarda definição sobre o calendário de tramitação das mudanças constitucionais. Analistas apontam que as decisões dependem de desdobramentos no Conselho de Transição e de negociações entre forças políticas.
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